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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Cerveja Brasileira Ganha Duas Estrelas em Teste Internacional


A KAISER (sim, a KAISER) conquistou pela segunda vez um título no Superior Taste Awards do ITQI (Internacional Taste & Quality Institute) em Bruxelas, na Bélgica. No ano de 2009, a marca faturou sua primeira estrela. Neste ano, a cerveja foi contemplada com duas estrelas, sendo um total de três. O selo da premiação já está disponível nas embalagens do produto.

O júri do ITQI é formado por chefs e sommeliers que avaliam e prestigiam bebidas e comidas de qualidade superior em todo o mundo. O Superior Tast Award é o maior reconhecimento atestado pela organização e tem reconhecimento internacional.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Sócio Coloca Pub de Gordon Ramsay à Venda



O sócio de Gordon Ramsay, Chris Hutcheson, colocou o gastropub The Warrington à venda por R$ 15 milhões sem a aprovação do chef, conforme informação o jornal London Evening Standard. Chris, sogro de Ramsay, responde por 50% do pub de Londres.

Hutcheson trabalhava com Ramsay no gerenciamento de sua grande rede de restaurantes até outubro do ano passado, mas foi demitido pelo chef.

Obviamente, a venda do gastropub não poderá ser fechada sem a assinatura de Ramsay. Um representante do chef britânico declarou que qualquer proposta deverá ser submetida a ele, mas que por enquanto o negócio não tem nenhum interessado.

Construído em 1857, o restaurante fica no bairro Maida Vale e foi comprado por Gordon Ramsay e Hutcheson por R$ 14 milhões em 2008. Em meados de 2010, o chef fechou outro gastropub em Londres por ter alcançado resultados abaixo das expectativas.

Conheça o site do The Warrington Pub.


quinta-feira, 17 de março de 2011

Máquina de Café de Concreto


Sim, isso é uma máquina de café feita de concreto. O equipamento é feito com cimento e inclui uma câmara e uma saída de água para fazer uma xícara de chá ou café.

O projeto é do Designer Shmuel Linski, que manteve as rachaduras do projeto para mostrar a originalidade de sua criação.

OBS: encontramos essa curiosidade tentando achar se é viável fazer o piso da recepção do Vila Roti com concreto e pó de café. A princípio não...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Heineken Deseja Recriar a Cerveja Mais Antiga do Mundo


A HEINEKEN está na disputa para recriar a cerveja considerada como a mais antiga do mundo.

Em julho do ano passado, foram encontradas quatro garrafas de cerveja em destroços de um naufrágio no Mar Báltico, perto das ilhas Åland, entre a Finlândia e a Suécia. Essas cervejas têm aproximadamente dois séculos, com estimativa de terem sido produzidas enter 1820 e 1830. O porta voz dos investigadores que experimentaram gotas do líquido escuro e espumoso afirmou que eles gostaram do sabor. Um outro especialista sueco questionou se a bebida encontrada ainda pode ser consumida, já que a cerveja é perecível.

Os cientistas ainda estão examinando o fermento de quatro garrafas de cerveja recolhidas dos destroços. Se o fermento na cerveja permanece vivo ou inativo, o governo local pretende vender os direitos para recriar a cerveja. A única cervejaria da região de Åland, Stallhagen, está a frente para garantir a licença para produzir a antiga cerveja. No entanto, o CEO de Stallhagen, Jan Wennström, disse: "Se o fermento for usável, tivermos a fórmula e a demanda for além de nossa capacidade (400 mil litros), então possivelmente iremos olhar para a Heineken, que manifestou interesse”.

Com isso, a Heineken pretende ganhar um contrato de licença para recriar a fórmula do que pode ser a cerveja mais antiga do mundo.

fonte G1 e SPAIPA

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A Última Chance dos Vinhos Brasileiros?

VinhoemPauta
Todos nós queremos que a indústria de vinho brasileira seja um sucesso. Realmente existem alguns bons exemplos e nos orgulhamos com relação a isso, mas ainda há muito espaço para evolução. A hora é agora, antes que a competição com a Argentina e o Chile fique difícil demais, afinal eles já dominam o mercado.

O que acontecerá quando empresas sérias do ramo, de países como Austrália e África do Sul, que já possuem know-how, têm um grande potencial econômico e são muito bons em marketing decidirem olhar para o mercado brasileiro? Ou quando vinícolas estrangeiras que já estão no mercado de maneira passiva decidirem aumentar suas vendas no mercado nacional? Quando isso acontecer, e vai acontecer, é muito pouco provável que nossos vinhos sejam capazes de competir com os preços dos produtos que vêm de fora. O correto é estar preparado desde já. Os produtores de vinho nacional precisam trabalhar com estratégias para estabelecer a qualidade e o estilo do vinho brasileiro o quanto antes para assegurar a sua sobrevivência a longo prazo.

Uma das alternativas seria o governo criar barreiras comerciais para diminuir a entrada de vinhos importados. Isso seria uma medida desesperada e protecionista, que não beneficiaria o consumidor em nada e muito menos ajudaria no desenvolvimento da indústria. A criação dessas barreiras poderia diminuir a evolução do nosso mercado ainda mais e, por exemplo, aumentar o espaço para as cervejas, já favorecidas pela legislação.

A idéia mais inteligente seria considerar os vinhos importados como oportunidade de termos boas referências e não ameaça. Uma vinícola não precisa ser grande, ter fundos ilimitados e empregar consultores caros para garantir a qualidade. Há exemplos de famílias pequenas gerindo vinícolas no Brasil que estão alcançando boa qualidade com consistência devido à determinação e grande atenção aos detalhes. Os vinhos podem não ser sempre perfeitos, mas mantém padrões consistentemente altos e há uma ambição latente contínua e dinâmica que rege a melhoria do produto.

O que se precisa nesse momento são de visitas, seminários, workshops, opiniões e sugestões de pessoas com um alto nível de expertise técnica. Até aconteceram essas atividades há pouco tempo atrás, mas nada perto do nível ou da frequência que nossa indústria requer. Existem indivíduos brilhantes espalhados pelo mundo que poderiam trazer know-how. São eles que precisamos recrutar para compartilhar seus conhecimentos e experiências, não jornalistas obscuros.

Não devemos parar de falar e trabalhar apaixonadamente em nossos vinhos, mas a indústria deve se profissionalizar para aumentar a qualidade do que é produzido por aqui.










terça-feira, 23 de novembro de 2010

Água e Café - Harmonização


Todos aprendemos na escola que a água deve ser insípida, inodora e incolor. Depois de adultos, descobrimos que ela só precisa ser incolor, pois os dois primeiros fatores podem variar. E é melhor que variem mesmo!

Dependendo da origem do aquífero, que pode ser natural ou de fontes artificialmente captadas, e da composição físico-química, ela apresenta qualidades de sabor e odor perceptíveis para quem tem paladar apurado. (Veja postagem sobre Águas de Luxo).

Mas, por que beber água com gás antes do café? Para sentir todas as nuances, limpar a boca e abrir as papilas gustativas. Na harmonização, a água é consumida também após a ingestão do café, dessa forma afloram novas descobertas sensoriais.

Combinada ao café, a água pode realçar as particularidades da bebida. Limpa o paladar para a chegada da bebida e potencializa qualidades, sejam elas positivas ou negativas, no caso de uma escolha infeliz.

A água pode ser mineral sem gás ou gasosa, naturalmente ou artificialmente. Com o café, ambas podem funcionar, melhorando a experiência de sabor. O ideal é que o consumidor, perdido entre tantas opções, escolha dois ou três produtos e deguste com o café de sua preferência, descobrindo as sensações que mais o agradam. Recentemente, a marca suíça NESPRESSO lançou um código de harmonização entre café, água, chocolates e destilados: o Coffee Codex (ainda sem tradução para o português). A publicação, voltada a chefs e sommeliers, é um guia de informações dos sabores, levando em conta combinações por aproximação e oposição.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Os mais Caros e Inusitados Cafés do Mundo


Parece estranho para alguns e muito nojento para outros, mas os cafés mais valorizados são obtidos através de fezes e cuspes de animais selvagens.


O Kopi Luwak, conhecido há mais de 2 séculos, é o café mais caro do mundo. Chega  custar U$ 1.500,00 o quilo e U$ 150,00 a dose. O Kopi Luwak é retirado das fezes de um gato herbívoro selvagem, chamado Civeta (Luwak), que vive na Indonésia, Vietnã e Índia. Esses gatos só comem os grãos mais doces e maduros dos pés selvagens do café arábica da região. O sistema digestivo do civeta não consegue digerir por completo as semente do café, mas retira a polpa do fruto. Com isso, as enzimas digestivas e bactérias do animal acabam por processar os grãos de uma forma "toda especial".


 

Nós também temos um café especial, o tupiniquim Café do Jacu ou Jacu Bird Coffee para os estrangeiros. O Café do Jacu é produzido no Espírito Santo e custa em torno de R$ 300,00/kg. O processo de produção é basicamente o mesmo do Kopi Luwak, mas o animal envolvido no processo é uma ave, o Jacu. Antes vilão, pois consumia até 10% dos grãos de café da região, o Jacu passou a ser um herói, transformando os melhores e mais maduros grãos numa iguaria com alto valor agregado, que gera grandes lucros aos seus produtores.

Um terceiro, mas não menos especial, é um café produzido em Taiwan, na vila de Zangu, que é cuspido por macacos. Os grãos são indigestos para o animal, que depois de consumir a polpa madura do fruto, acaba por cuspir as sementes. O café de Zangu, chega  custar R$ 100,00/kg e tem um sabor mais doce do que o café comum, com notas de baunilha. Tem atraído amantes de café do mundo inteiro para essa pequena região.

Por serem produtos muito diferenciados e com uma produção pequena, praticamente todos esses cafés especiais são vendidos ao mercado externo para os grandes consumidores de café do mundo, como Nova York, Tóquio, Los Angeles e Londres.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Curitiba Homebrewers Fest


Acontecerá em Curitiba, no dia 25 de setembro, a primeira festa de cervejeiros artesanais da cidade. 

O festival é uma excelente oportunidade para se experimentar vários rótulos diferentes de cervejas produzidas aqui mesmo, no Paraná, e provar estilos bastante diversos. 

Participarão do evento cerca de 30 produtores, o que deve resultar em aproximadamente 60 rótulos diferentes. Será uma verdadeira aula sobre cerveja.

Entre os cervejeiros presentes estarão alguns já consagrados com prêmios, como o Junqueira, o pessoal da São Sebá e o Edigyl Pupo, ganhador do Concurso Nacional de Cervejas Artesanais em 2008.

O investimento para participar da festa é de R$ 15 antecipado e R$ 20 no dia, com direito a uma caneca do evento e uma cerveja.

A festa será no Ícaro Atlético Clube, Av. Munhoz da Rocha 1359, a partir das 10:00h

Boa cervejada a todos!!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Faça seu Próprio Vinho em Casa



Uma empresa canadense está sugerindo que as pessoas produzam seu próprio vinho.

Pode-se criar o sabor com a mistura das variedades de uvas disponíveis, rotular e engarrafar o vinho do jeito que o cliente quiser. O preço parece ser a parte mais agradável de todo o processo.

Saúde!!!

fonte UOL

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Curso de Cervejas Especiais em Curitiba




O Helldorado Beer e o Realejo Culinária Acústica realizarão neste sábado, dia 28, um workshop sobre Produção Artesanais de Cervejas, ministrado por Caique Rampazzo, mestre cervejeiro.

O workshop de 10 horas pretende incentivar a produção artesanal de cerveja, ensinando diversos métodos para os mais variados estilos.

O curso abordará temas como utilização de equipamentos, importância da matéria prima, higiene, moagem dos grãos, filtragem e fermentação.

Ao final do workshop acontecerá um happy-hour com petiscos, contando com a harmonização das cervejas produzidas pelo Helldorado Beer e chop da Klein Bier.

O curso custa R$ 300,00, inclusos coffee-break, almoço harmonizado, happy-hour, apostila e uma possível consultoria após o curso.

Parte da renda será destinada à associação dos amigos do Hospital de Clínicas (HC). Nada como juntar cerveja com boa ação!!!



Realejo Culinária Acústica, Rua Coronel Dulcídio, 1860.
Reservas 41-3311.1156
Caique 41-9976.7063
 

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Cerveja do Diabo


Realmente diabólica!!!

Essa cerveja artesanal, feita em Curitiba, conseguiu fazer algo muito bacana: o teor alcoólico declarado é de 6,66%. Nem mais, nem menos...

Seu início foi desenhado em panelas de cervejeiros caseiros e teve em sua primeira produção apenas 350 garrafas. Hoje, com uma parceria com a Cervejaria Gauden Bier, começa a tomar maiores proporções.

Segue o estilo Pale Ale, com coloração cobre escuro, levemente turva e um pouco amarga. Para quem gosta de cervejas mais fortes, é uma excelente opção.

Nada como criar uma idéia para depois criar um produto.

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