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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Roberta Sudbrack Cuidará do Cardápio Brasileiro Durante as Olimpíadas



Os atletas brasileiros ganharam um belo reforço na delegação durante os jogos olímpicos de 2012, em Londres.

A chef Roberta Sudbrack, comandará, a pedido do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), a cozinha do Cristal Palace, base exclusiva do Time Brasil antes e durante os jogos na Inglaterra.

Nesse momento, a chef está em Londres estudando os produtos locais, entrando em contato com os produtores e fornecedores para montar o cardápio da delegação.

O objetivo é oferecer uma comida substancial e ao mesmo tempo saborosa, que remeta ao Brasil e transmita aos esportistas a sensação de estar em casa. Por isso, a intenção é servir pratos caseiros, a comida do dia-a-dia das mães brasileiras.  

Roberta Sudbrack é proprietária do restaurante que leva seu nome no Rio de Janeiro e que recentemente foi eleito o 71º melhor do mundo pela revista britânica "Restaurant". Além disso, a chef comandou a cozinha do Palácio da Alvorada durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

fonte UOL

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Barracas de Chef Popstars Atraem Tietes e Fazem a Comida Acabar




Não deu tão certo quanto o esperado. Era gente demais para os 22 chefs. Foi uma confusão só. O empurra-empurra na galinhada de Alex Atala parecia distribuição de comida em missão de ajuda humanitária durante a guerra ou depois de uma catástrofe.

Muita gente que estava aglomerada queria era tirar fotos com o chef premiado e não necessariamente provar a galinhada. Muitos, não sabiam nem o nome nem onde ficam os seus dois restaurantes (D.O.M. e Dalva & Dito), queriam o Atala pop star.

Em meio à confusão, Alex Atala tentou subir o Minhocão pela alça de acesso da rua Helvétia dirigindo um Audi branco. Sem conseguir passar pela multidão, baixou o vidro, deu a volta e foi embora.

Infelizmente, o badalado chef, saiu vaiado na semana em que o seu restaurante D.O.M. ganhou o prêmio de quarto melhor do mundo.

"Fiquei triste. Foi uma sequência de erros. Não tinha gás, panela, água nem energia elétrica", disse. Nas redes sociais, um protesto dos "sem galinhada" em frente ao D.O.M. estava sendo organizado ontem, domingo.


Frio, o prato desagradou a quem comeu, como o pedreiro Jorge Luiz de Almeida Fernandes, ex-presidiário.

Na manhã seguinte, quando outros 20 chefs, como Renato Carioni, serviram quitutes a R$ 10, a confusão continuou.

Filas de uma hora e meia para tomar sopa ou comer baião de dois, fichas vendidas com ágio pelo dobro do preço por cambistas ou por quem desistia da espera, porções módicas que não matavam a fome, falta de comida. Às 13h, várias barracas já não tinham nada.

"Não aguento mais", dizia Raphael Despirite, chef do Marcel, que preparou 2.000 cachorros-quentes com queijo gruyère e mostarda Dijon.

"Tinham de aumentar o número de barracas. Cheguei às 6h15 e havia gente esperando para comer [abria às 8h]. Faltou torneira e pia. O espaço é bom, mas não dá conta", disse Carlos Ribeiro, que vendeu 2.000 pães com picadinho.

Numa cidade que baniu a comida de rua, a cozinha de grife virou desespero. Ao final, saíram todos com fome e sem vontade de voltar.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Martín Berasategui Critica Lista dos Melhores Restaurantes do Mundo



O chef de cozinha Martín Berasategui fez diversas críticas contra a lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, divulgada pela revista britânica Restaurant, no último domingo (29), que elegeu o restaurante brasileiro D.O.M, do chef Alex Atala, o quarto melhor do mundo. As informações são do El Mundo.

Berasategui, que coleciona várias estrelas Michelin, três delas com o seu estabelecimento de Guipúzcoa, disse que depois de sua crítica "aberta" sobre o ranking de 2011, quando ficou em 29º lugar, caiu posições no ranking, ficando em 67º neste ano.

"Para mim essa lista não é justa, é manipulada", assegurou o chef. Ele observou que as avaliações da revista não são nada sérias e não têm embasamento, já que é preciso viajar e visitar esses restaurantes em cada país antes de fazer uma crítica.

Ele também destacou o fato de alguns restaurantes terem desaparecidos da lista, como o Akelarre, de Pedro Subijana, com três estrelas Michelin.

O chef afirmou que o presidente do júri espanhol, Rafael Anson, quer dividir opiniões, já que este ranking não segue o mesmo conceito de Michelin.

Berasategui acredita que depois dessas críticas não criará inimizades com seus companheiros, já que "ninguém deve ficar com raiva por dizer a verdade."

fonte TERRA

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

McDonald's Muda Receita Após Denúncia de Jamie Oliver



A rede de fast-food McDonald's anunciou que mudará a receita de seus hambúrgueres nos Estados Unidos. A mudança acontece pouco tempo após o chef de cozinha britânico Jamie Oliver descobrir e mostrar em um programa de TV que a rede usa hidróxido de amônio para converter partes gordurosas de carne em recheio para seus produtos, segundo informações do Mail Online. 

O hidróxido de amônio é uma base solúvel, cancerígena, que só existe na forma líquida e é derivado do amoníaco, que é um gás. O produto é muito usado na indústria química, principalmente em produtos de limpeza. O produto, nocivo quando ingerido, é extremamente irritante para mucosas, sistema respiratório superior, olhos e pele. Sua inalação pode causar espasmos, inflamação e edema de garganta, pneumonia química e edema pulmonar. A exposição repetida ao produto pode causar tosse, respiração ruidosa e ofegante, laringite, dor de cabeça, náusea, vômito e dor abdominal.

Segundo o chef, trata-se de comida que seria vendida por um preço muito baixo para produzir comida para cães e que depois desse processo é vendida como alimento para humanos. "Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?", questionou o chef.

A receita, que o apresentador chamou de "lodo rosa", é produzida, segundo ele, em um processo pelo qual a carne é "centrifugada" e "lavada" em uma solução de hidróxido de amônio e água.

De acordo com o Mail Online, o processo de conversão nunca foi utilizado no Reino Unido nem na Irlanda, países que usam carne de produtores locais.

Ao site do jornal, o McDonald's negou que tenha optado pela troca de sua receita por causa da denúncia de Jamie Oliver. A matéria diz ainda que duas outras redes, Burger King e Taco Bell, também utilizavam hidróxido de amônio em suas receitas, mas que já modificaram as receitas.

Procurada, a Arcos Dourados, empresa que opera a marca McDonald's na América Latina, informou que "o aditivo em questão não é utilizado como ingrediente em qualquer processo da cadeia produtiva da marca na região".

A companhia acrescentou que "os hambúrgueres são preparados com 100% de carne bovina e que toda a produção é validada pelas autoridades regulatórias locais".

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Alex Atala Comanda Almoço com Alain Ducasse em Paris



Na próxima semana, o chef Alex Atala, dos restaurantes D.O.M. e Dalva e Dito em São Paulo, embarca para Paris, capital francesa, para assinar um almoço no restaurante do conceituado chef Alain Ducasse no hotel Plaza Athénée.

Segundo a assessoria de imprensa do brasileiro, ele não terá a companhia de Ducasse. A data agendada é o dia 24 de janeiro.

Atala utilizará em seu menu ingredientes tipicamente nacionais, como a mandioca, em uma adaptação do tradicional francês mil-folhas, e a tapioca em um de seus pratos principais, que também levará castanha-do-pará, presente em outros atos da refeição.

O menu completo trará um "amuse bouche" (entrada), sete pratos, uma "pré-dessert" (pré-sobremesa) e duas sobremesas.

Veja abaixo o menu completo do almoço de Alex Atala no Plaza Atenée:

Entrada:

- Mil-folhas de mandioca

Pratos:

- Chibé (prato típico amazônico feito com farinha de mandioca e água);
- Fettuccine de palmito na manteiga e sálvia, queijo parmesão e pó de pipoca;
- Ostra empanada com tapioca marinada;
- Raia na manteiga de garrafa com tomilho limão, mandioquinha defumada, brócolis e espuma de amendoim;
- Robalo com tucupi;
- Arrroz negro levemente tostado com legumes verdes e leite de castanha-do-pará;
- Filé mignon de javali com toffee e mandioca à Brás;

Pre-dessert:

- Sorbet de taperabá

Sobremesas:

-  Piprioca, ravióli de limão e banana ouro;
- Torta de castanha-do-pará com sorvete de uísque, curry, chocolate, sal, rúcula e pimenta

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Jamie Oliver Pretende Abrir seu Primeiro Restaurante nos Estados Unidos


O chef inglês Jamie Oliver anunciou no fim da semana passada, segundo o site Eater.com, que deve abrir nos próximos anos um restaurante em Los Angeles. Esse seria seu primeiro restaurante nos Estados Unidos.

"É bastante difícil para um garoto inglês abrir um restaurante aqui (nos Estados Unidos)", disse.

Oliver participou, na semana passada, de um evento em Beverly Hills, Los Angeles, para arrecadar fundos para seu projeto "Food Revolution", que pretende melhorar a alimentação das crianças norte-americanas. O chef propõe, por exemplo, que seja servido leite puro, e não achocolatado, nas escolas dos Estados Unidos.

O evento seguiu justamente ao OK do Congresso norte-americano para contabilizar pizza como um vegetal em escolas públicas.

"Nós trabalhamos duro para ultrapassar a "Child Nutrition Bill", que aponta novos padrões de alimentação, adicionando mais frutas e vegetais em refeições feitas nas escolas, disse Oliver. "É incrível como tudo pode ir por água abaixo".

"Eu sei que sou um estrangeiro em seu país, mas eu faço o que faço em qualquer lugar. Eu quero fazer a mudança e ninguém muda mais rápido do que americanos. E todos copiam."

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Ferran Adrià Inaugura o 41 Grados com o Irmão



O chef Ferran Adrià acaba de inaugurar com o irmão caçula, Albert, uma versão miniatura, urbana e bem mais casual do El Bulli.
Para isso, mudaram o conceito do 41° (http://www.41grados.es/), o pequeno bar que os irmãos abriram em Barcelona pouco antes do fechamento do El Bulli. Ele foi transformado em um restaurante de vanguarda e agora serve jantares surrealistas de 41 pratos para 16 comensais por noite, que custam € 153, aproximadamente R$ 365,00, com coquetéis, sem vinho incluso.

Albert, irmão de Ferran, é quem dá plantão diariamente, comandando a saída dos pratos como um maestro, em pleno salão. O menu elaborado por ele incorpora invenções recentes e vários minipratos pinçados do repertório do El Bulli.

Há clássicos vintage, como o corte de parmesano, um sorvete de parmesão ensanduichado entre biscoitos crocantes, e os pistachulines, pistaches envoltos em lindo "véu" branco com gosto ligeiramente ácido de iogurte, ambos hits "bullinianos" de 1997. Há ênfase nos presuntos ibéricos e nos peixes e frutos do mar, como o atum, que aparece em dois dos bocados mais deliciosos.

Os pequenos bocados líquidos, sólidos, espumosos ou congelados do menu-degustação, o único disponível, dão a volta ao mundo. Um caldo de jamón ibérico com fiozinhos de alcachofra inspira-se na China; um glóbulo de creme de milho temperado com pimenta chipotle e servido sobre meio limão homenageia o México; o disco gelado de coco com fortes sabores de limão e curry vermelho resume a Tailândia em poucos matizes de sabor; e o tiradito com molho leche de tigre de pimenta ají reflete o fascínio crescente dos Adrià pela comida sul-americana.

Nota-se a mão de Albert na trilha sonora que acompanha a progressão de sabores e humores. Cinéfilo e diretor de curtas, compôs um setlist cinematográfico que começa zen e tem momentos ora épicos, ora românticos. Progride e pega embalo até chegar ao rock do final, quando já é permitido acesso aos clientes que querem tomar um drinque, a partir da meia-noite.

As diferenças entre o El Bulli e o 41 Grados são tão grandes quanto as suas semelhanças. O novo restaurante, além de muitíssimo menor, tem aspecto cool, luz baixa e décor urbano e moderno. Oferece curta lista de vinhos, com maior enfoque na coquetelaria.

Para provar, é preciso fazer reserva por e-mail (experience@41grados.es). São admitidas apenas mesas de duas ou quatro pessoas. Temendo comparações entre o novo e o extinto, os irmãos Adrià têm mantido a novidade relativamente resguardada. A hora para quem quiser boas chances de conseguir uma mesa, portanto, é agora.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Chefs Famosos Aparecem em Episódio dos Simpsons


Segundo o site Eater.com, vai ao ar nos Estados Unidos no dia 13 deste mês um episódio de "Os Simpsons" com chefs famosos, como Mario Batali, Anthony Bourdain e Gordon Ramsay, que farão a dublagem de seus personagens.
No episódio, chamado "The Food Wife", Margie se torna uma blogueira sobre comida. Não é a primeira vez que chefs aparecem nesta temporada do programa: o chef Tom Colicchio, apresentador do reality show Top Chef, que vai ao ar na "Sony", já apareceu em episódios anteriores.

No Brasil, a série vai ao ar pela "Fox", sem data definida.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Paulo Barros Deixa o Due Cuochi




Chega ao fim a parceria da restauratrice Ida Maria Frank e do chef Paulo Barros no restaurante Due Cuochi, em São Paulo.

Após seis anos no comando da cozinha do espaço, o chef Paulo Barros, que fundou o restaurante junto com Ida, anunciou sua saída no último sábado (1º).

Para entender a história, voltemos ao começo da história. Ida Maria tinha um bistrozinho até charmoso no Itaim, mas que não chamava a atenção e do qual pouca gente se lembra do nome. Era o Maria’s.
Um dia, o chef Paulo Barros de Barros encheu-se de coragem, bateu na porta da restauratrice e propôs mudar tudo. Ela topou. Surgia assim o Due Cuochi Cucina, que apesar do ambiente de trattoria, sempre teve uma cozinha de primeira.
Como resultado desse casamento, veio o reconhecimento da crítica e do público, além de uma larga coleção de prêmios. O sucesso foi tanto que, junto de outros sócios, conseguiram inclusive montar outra unidade no Shopping Cidade Jardim com o mesmo nome e cardápio quase idêntico.
“Agradeço a ela a oportunidade de ter me aberto as portas”, diz Barros, ratificando uma separação supostamente cordial.
“Celebramos um divórcio civilizado e estou muito feliz porque o filho ficou comigo”, comemora Ida Maria.
Embora os sócios jurem que o relacionamento acabou numa boa, basta dois minutos de conversa com eles para perceber que o molho tinha azedado há tempos.
Ida garante que a clientela não sentirá a saída do sócio. “Não teremos mudanças porque os subchefs continuam tocando a cozinha, já que o Paulo não estava trabalhando aqui há quase um ano. Em outubro do ano passado, ele disse que ia se afastar por causa do nascimento da filha. Depois disso, ele não aparecia e só se comunicava com os cozinheiros por telefone”, afirma Ida Maria.
Barros acredita que com sua saída reduzirá o stress que vivia. “Estávamos sempre discutindo. Tínhamos projetos diferentes e vínhamos num desgaste depois de sete anos juntos. Além disso, é uma questão de idade. Somos de épocas e pensamentos diferentes”. Barros continuará muito ocupado. Ele se dedicará integralmente ao novo Italy, nos Jardins, e ao Girarrosto, que deve ser aberto até o fim deste ano junto ao Pandoro. Também seguirá supervisionando o Kaá. Haja fôlego!
Ida Maria também aponta o desgaste. “Sempre lutei pelo fortalecimento da marca Due Cuochi Cucina. Estávamos nos desentendendo. Ou era eu ou era ele”.
Para concretizar o negócio, Ida Maria conseguiu atrair como sócios os donos do grupo Barbacoa, America e da rede de postos Graal. Também convidou o Banco Fator para fazer a intermediação.
Os ex-sócios evitam o assunto dinheiro. "Dizem por aí" que Barros saiu com um cheque de mais de 3 milhões de reais no bolso. Também desfalcou a cozinha do shopping, levando consigo o chef Ivo Lopes. Barros justifica, dizendo que o relacionamento entre Ida e Lopes era duro: “São personalidades muito diferentes”, arremata.
Ida Maria não perdeu tempo e conta que terá quatro chefs. Promoveu Cido Silva, no Itaim, e David Maurício e Acelino Oliveira, no shopping. O quarto cozinheiro virá de Nova York. Segundo Ida, quem está vindo é Giampiero Giuliani, que já trabalhou na casa e atualmente chefia o Cipriani (NY).

fonte VEJA SP

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Prêmio Bom Gourmet 2011


Foi realizada no dia 14 a festa de premiação do BOM GORMET - GAZETA DO POVO 2011. A festa foi no Buffet Nuvem de Coco e premiou os restaurantes, chefs e quitutes da gastronomia curitibana. O que diferencia o PRÊMIO BOM GOURMET da VEJA é a participação do público, que aproveitou a oportunidade e teve grande peso na votação.

Mais uma vez, o grande ganhador da noite foi Junior Durski, mostrando por que é o chef mais importante da cidade.

Vamos aos ganhadores:

- Sabor popular: Prato Feito do Eliseu.

- O melhor Couvert: Durski Cozinha Internacional.

- Melhor Entrada: Sformato di Polenta ai Funghi Porcini, do Porcini

- Melhor Prato Principal: o Pato na Panela, do C La Vie

- Melhor Sobremesa: o Petit Gateau de doce de leite e calda de frutas vermelhas, do Durski

- Melhor Adega: Durski.

- Melhor Carne: o Prime Rib, do Madero.

- Melhor Asiático: Lagundri.

- Melhor Massa: o Conchiglia di Gamberi, do Barolo.

- Melhor Sanduíche: o cheese burguer clássico, do Madero

- Melhor Pizza: a pizza de gorgonzola com tomate cereja, da Baggio.

- Melhor Petisco: o bolinho de carne, do Bar do Torto.

- Melhor pão: o pão francês da Piegel.

- Melhor Café: Lucca Cafés Especiais.

- Chefs 5 Estrelas: Celso Freire, Ivan Lopes (Terra Madre), Junior Durski(Durski, Madero), Manu Buffara (Manu) e Paulino da Costa.

Parabéns a todos os indicados da noite e a todos os vencedores!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O que Faz um Chef ser Chef - por Alex Atala


A primeira função de um profissional de cozinha é fazer com que as pessoas compartilhem dois prazeres da mesa: Comer e Socializar. Em cada prato, em cada receita, há uma série de mensagens subliminares – e é bom também que essas mensagens possam ser expressas de vez em quando. Essa é a ideia central desta coluna. Aqui vou tratar de assuntos que trazem à tona a parte técnica, social, ambiental e profissional da cozinha.
 
A Primeira característica de uma cozinha é que o cozinheiro não é chef, ele está chef. Historicamente, há exemplos de Georges Auguste Escoffier e Marie-Antoine Carême, dois pilares da cozinha profissional. Eles traziam a mensagem de que cozinhar é sistematizar, organizar e gerir estoque, produtos. Isso deu origem a novos formatos na cozinha. Escoffier fala da postura de trabalho, da forma de conservação dos alimentos, da cozinha de procedimentos. E lança as primeiras incumbências executivas: negociar uma compra, gerir equipe. Com os anos, isso vai ganhado novas facetas.

Outro pilar da história da cozinha é Fernand Point, chef do mítico restaurante La Pyramide. Seu legado é a formação profissional. Por ele passaram Paul Bocuse, Alain Chapel, os irmãos Jean e Pierre Troisgros… Toda velha guarda da nouvelle cuisine ou passou ou bebeu daquela fonte. E a nouvelle cuisine deixou mais claro que o maior elo entre natureza e cultura passa pela cozinha. A grande virada é quando a França conhece melhor a comida das suas colônias e começa a usar novos ingredientes e, principalmente, novos métodos de cozimento. Paul Bocuse fazia ervilhas numa panela pequena, tampada, com pouco de bacon, algumas ervas, cebola, tudo cozido lentamente. Na China, ele vê ervilhas cozidas numa panela wok, grande, com outra espessura, me fogo altamente potente. Um cozimento breve com um resultado surpreendente. Esse tipo de experiência convida a pensar outras maneiras de cozinhar.

Por trás da revolução técnica esta a mudança de gestão. O chef tem de gerir o ingrediente, o equipamento, o treinamento. Se você pensa em racionalizar custos, tem de pensar novas formas de cozinhar. Por outro lado, a expansão da cozinha exige método. Quando Escoffier e César Ritz decidiram abrir hotéis pelo mundo, precisavam de duas coisas: sistematizar a cozinha francesa e gerir custos. Curiosamente a difusão de uma cultura muda a própria cultura. A partir de nouvelle cuisine, a França passa a mandar cozinheiros para todo o mundo. Chefs de formação ortodoxas, vindos de grandes casas, vão a países estrangeiros, com pequena cultura gastronômica. E são obrigados a lidar com questões novas: formar profissionais, adaptar as técnicas a ingredientes locais, gerir novos dinheiros. O chef vai ficando multifacetado.

A partir dos anos 90, outra revolução ocorre nos grandes restaurantes: Ferran Adrià e seus companheiros espanhóis propõem novas maneiras de cozinhar e servir. O chef, que havia enriquecido a técnica de gestão, agora tem de enriquecer a gestão com o conceito. É obrigado a racionalizar seus processos, jogar luz sobre o empirismo. Hoje o chefe é um profissional que continua tateando novos mercados, novas possibilidades de expressão. Se você não é assim na sua profissão, na próxima vez que for almoçar fora, preste mais atenção à cozinha

Revista Época, agosto 2011.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Olivier Anquier é Nomeado Embaixador do Alentejo


O chef francês tupiniquim Olivier Anquier foi nomeado embaixador do Alentejo, em cerimônia marcada pela apresentação do tradicional grupo de cantares Alentejanos. A condecoração teve participação de Vitor Silva, secretário do Turismo do Alentejo, e Paulo Machado, diretor do Turismo de Portugal no Brasil. Além de Olivier, a apresentadora Hebe Camargo, também já foi nomeada com o título.

A região do Alentejo tem registrado aumento de turistas brasileiros. Em 2010 a região recebeu 11.781 hóspedes brasileiros, deixando o nosso país em quarto lugar no ranking dos principais emissores estrangeiros, atrás apenas de Espanha, França e Alemanha. O número é 32,86% maior que em 2009, quando 8.867 hóspedes brasileiros estiveram na região.

Olivier está desde 17 de agosto em Portugal para gravar uma série de programas enaltecendo as atrações turísticas e gastronômicas do país para o Diário de Olivier, da GNT. Ao todo serão cinco reportagens com temas variados.

Olivier já passou pelo restaurante Tromba Rija, em Leiria, um dos melhores de Portugal, onde foi recebido pelos donos Elizabeth e Fernando Real. Lá, aprendeu o segredo para demolhar e dessalgar o bacalhau.

O apresentador também já esteve em Coimbra, no hotel Quinta das Lágrimas, um palácio que já acolheu o Rei Dom Miguel. Depois, o chef seguiu para o Alentejo, hospedando-se no Convento do Espinheiro, em Évora. O convento é Patrimônio Mundial da Unesco.

No Alentejo, Olivier Anquier aprendeu a fazer a tradicional Açorda com Miguel Costa Pinto, do Restaurante Aqueduto. As receitas do Diário de Olivier vão ao ar a partir de novembro.

No quarto programa da série Portugal, Olivier Anquier irá até Tróia e Sines para fazer pratos de peixes, especialmente Sardinha. Esta é a terceira vez que Olivier viaja por Portugal para gravar reportagens a convite do Turismo de Portugal, que é a entidade pública responsável pela valorização e sustentabilidade da atividade turística no país. Ele e sua equipe ficam no país até o dia 25 de agosto.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cervejas Especiais Ganham Espaço e Caem no Gosto dos Brasileiros


A cerveja está enraizada na cultura do brasileiro, que só em 2010 consumiu 13 bilhões de litros da bebida.

As chamadas Pilsen, as famosas loirinhas, ainda dominam a preferência nacional. Mas aos poucos nomes como India Pale Ale e Weiss começam a cair na boca dos apreciadores de cerveja. Isso se deve à produção de microcervejarias nacionais e ao crescimento das importadoras especializadas, que apostam no poder gustativo dos rótulos especiais.

O mercado destas cervejas especiais registra um aumento gradativo entre um público que se dispõe a pagar um pouco mais por mais qualidade e variedade na garrafa. Segundo a ABRABE (Associação Brasileira de Bebidas), o Brasil tem hoje 175 microcervejarias, concentradas principalmente no sul e sudeste do país.

Nesse mercado em franca ascensão, que deve atingir uma fatia de 2% dos consumidores de cerveja em dez anos, lojas, bares e restaurantes pegam carona no sucesso dos rótulos especiais para incrementar seus serviços. Além de se dedicarem a moldar uma carta de cervajas, diversos estabelecimentos já mostram sugestão de harmonização. Uma das principais tarefas de um sommelier de cerveja, assim como o do vinho, é proporcionar as melhores harmonizações entre a bebida e a comida. E no vasto mundo das cervejas especiais, os casamentos podem ser inusitados, do mesmo jeito que com vinhos.

Assim como o vinho, as cervejas especiais também despertam a curiosidade de aficionados, que desejam conhecer mais as variedades e riquezas da bebida. Muitos deles se reúnem em confrarias para conversar, beber e até fazer sua própria cerveja.

fonte UOL


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Moqueca em Novas Versões - Bom Gourmet - Gazeta do Povo


A tradicional moqueca está com os dias contados. Com o fluxo de peixes importados mais constante em nosso mercado e abundância de temperos disponíveis, a criatividade dos chefs tem resultado em novas versões deste clássico da cultura brasileira – folclórico na culinária baiana.

O Bom Gourmet encontrou duas receitas que vão além do convencional, preparadas pelos chefs Paula Sindeaux e Fábio Pimentel.

Professora do restaurante escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e do curso de gastronomia da Universidade Positivo, Paula aponta que a escolha do melhor peixe deve ser feita pela quantidade de gordura. “Quanto menos, mais resistente a carne fica e não desmancha durante a cocção”, diz.

Os mais comuns são o dourado e o cação, abundantes em nossas águas, mas há a possibilidade de utilizar a garoupa, linguado e uma espécie exótica aos rios brasileiros, mas encontrada em supermercados e peixarias, o panga.

No restaurante Vila Roti, o chef Fábio Pimentel utiliza justamente filé de panga para compor uma receita de moqueca que é uma das opções no cardápio da casa. O peixe é oriundo dos rios do sudeste asiático e possui sabor leve, que lembra a carne de linguado.

Outra mudança que sugere em relação aos preparos tradicionais diz respeito ao azeite-de-dendê. “O sabor dele é marcante e deixa o prato muito gorduroso, por isso, não o utilizo”, diz.

Para o molho, o chef Pimentel utiliza pimentão, cebola, leite de coco, sal, pimenta e outros temperos a gosto. Cozinha todos os ingredientes por cerca de 20 minutos, sem o peixe. Depois processa tudo no liquidificador para que fique homogênea a apresentação.

O molho vai então para a panela, onde o filé de panga é cozido. Assim, ele ganha mais sabor. Para finalizar, acrescenta palmito pupunha pré-assado. A moqueca do Vila Roti custa R$ 27.

Um tempero que pode modificar ainda mais a moqueca, deixando-a com um toque mais tailandês é o cúrcuma (uma especiaria típica da Tailândia, também conhecida por aqui como açafrão-da-terra).

A professora Paula, que tem uma receita de moqueca baseada nesta gastronomia oriental, explica que este tempero sobressai. Para utilizá-la, uma colher de sopa juntamente com os outros ingredientes é o suficiente. “É possível também colocar erva cidreira, para deixar mais agridoce, ou ainda gengibre. Este deve ser adicionado sempre no fim da cocção, porque o calor o faz perder sabor”, diz.

Uma dica de ambos os chefs é estar atento ao tempo de cozimento do peixe. Deve ser entre 15 a 20 minutos, no máximo. “Deixar mais do que isso é um erro porque a moqueca fica com cara de sopa e a carne se perde completamente”, afirma Paula.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Restaurante de Jamie Oliver é Atacado em Birmingham


O restaurante do chef britânico Jamie Oliver em Birmingham foi atacado durante os distúrbios ocorridos na cidade na madrugada desta terça-feira.

Birmingham, segunda cidade mais populosa do país, foi a primeira cidade da Inglaterra para a qual a onda de saques e violência se espalhou além de Londres.

No Twitter, o chef contou sobre o ataque: "Tristemente, meu restaurante em Birmingham foi atacado, as janelas se foram, a área toda está fechada, não posso abrir. Equipe e clientes a salvo!"

O restaurante Jamie's Italian fica no shopping center Bullring, uma das áreas atingidas pelos saques e tumultos, e tem 270 lugares.

Em sua página do Twitter, o chef comentou os tumultos em outros lugares.

"Minha escola de gastronomia está no local dos maiores tumultos em Clapham (Londres), mas parece que lá as pessoas não estão interessadas em leitura ou culinária", comentou o chef.

"Deus abençoe as comunidades (que estão) se unindo para resolver isto", disse ele ainda, a respeito dos voluntários que se reuniram para limpar a cidade.

Segundo a agência de notícias PA, um porta-voz de Oliver afirmou que o restaurante de Birmingham abriu para o almoço nesta terça-feira e que uma janela tinha sido quebrada.

Lojas em algumas partes de Birmingham fecharam mais cedo temendo mais distúrbios na cidade nesta quarta-feira. À tarde, supermercados e bancos em uma área da cidade repleta de joalherias resolveram fechar as portas.

A polícia de Birmingham aconselhou que as pessoas saíssem mais cedo do trabalho. Cerca de 130 pessoas foram presas em Birmingham na terça-feira, de acordo com a polícia. Durante a noite uma delegacia foi incendiada e lojas foram saqueadas.

Os tumultos que começaram em Tottenham, no norte de Londres, no sábado, espalharam-se pela capital e para outras partes do país, como Birmingham, Liverpool, Bristol e Manchester.

Grupos de jovens mascarados destruíram lojas e restaurantes e atearam fogo a carros, prédios, pontos de ônibus e até delegacias

fonte UOL

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Manifesto de Ferran Adriá Sobre a Cozinha Molecular


Parece claro que, a essa altura, se as perguntas que costumam me fazer em entrevistas servem como guia, todo o mundo culinário deve considerar que sou o pioneiro, o criador, o máximo representante da cozinha molecular. Não exagero caso diga que, em nove de cada dez entrevistas, fazem referência a esse fato, quando na verdade eu jamais disse coisa alguma a respeito, e aliás nem considero que minha cozinha seja "molecular". Por isso, gostaria de expressar por escrito minhas opiniões quanto ao assunto. Para começar, é importante para mim assinalar que o trabalho dos cientistas merece o mais absoluto respeito, a máxima admiração, e que já há séculos eles vêm realizando um trabalho de máxima seriedade; seria imperdoável recair na frivolidade.

O termo "cozinha molecular" veio precedido por outro, "gastronomia molecular". Pela metade dos anos 80, uma série de cientistas fãs da gastronomia (Nicholas Kurti, Harold McGee e Hervé This, entre outros) começaram a se interessar pelos processos físicos e químicos que aconteciam na cozinha. Tratava-se de um movimento que buscava elucidar o motivo dessas reações, e que recebeu o nome de "gastronomia molecular". Na realidade, se tratava de uma prática comum há décadas na indústria de alimentos, que nesse caso apresentava uma novidade fundamental: a de tomar por centro a cozinha. Começaram a partir dali a divulgar os frutos de suas pesquisas, e inclusive publicaram seus resultados com sucesso, mas infelizmente, salvo em ocasiões raras, esse movimento não atraiu grandes cozinheiros.

Mas devemos ser equânimes e colocar as coisas no contexto. A gastronomia molecular jamais pesquisou, por exemplo, coisas que hoje constituem o diferencial entre a cozinha atual e a de uma década atrás, como os novos hidrocoloides (agentes de adensamento, emulsão, gelificação etc.) Afirmar que o uso desses produtos é cozinha molecular não deixa de ser uma forma de confundir o público, como também o seria afirmar que a elaboração de uma espuma ou sorvete salgado por um cozinheiro obedece a razões científicas.

No nosso caso, até 2003 os contatos que mantivemos com o mundo da ciência foram esporádicos, e o que conhecíamos de Harold McGee e Hervé This se limitava a contatos em congressos daquele período (a exceção foi uma palestra de This a que assistimos em Biarritz em 1996). Por isso, não podemos dizer que nossas criações (nascidas de uma busca simplesmente culinária) tiveram base científica. Para oferecer outro exemplo, quando em 1998 descobrimos que o agar-agar era capaz de suportar temperaturas elevadas e criamos uma gelatina quente, a descoberta se baseou simplesmente na observação, sem qualquer base científica. Limitamo-nos a empregar a informação que obtivemos na prática.

A partir de 2003, começamos a colaborar com Pere Castells, cientista amante da gastronomia, o que conduziu por exemplo à criação da Fundación Alicia. Com Pere, pudemos concretizar o que havíamos tentado em ocasiões anteriores com outros cientistas, em diálogos que não chegaram a bom porto, já que estabelecer um sistema de trabalho não era nada fácil. Foi então que começamos a trabalhar de maneira séria, durante 18 meses, e nos demos conta da dificuldade que existia para estabelecer esse diálogo. Entre os frutos concretos da colaboração está, por exemplo, a publicação do Léxico Científico Gastronômico, uma ferramenta com a qual desejamos estabelecer uma ponte entre esses dois mundos.

Mas retornando ao meu papel como "pioneiro" da cozinha molecular. Preciso ser radical quanto a isso. Creio que se trata, nada mais, nada menos, que de uma operação de marketing, e creio que não podemos confundir o público afirmando que a cozinha molecular é um tipo de culinária. Na realidade, por mais que hoje exista vontade de conhecer os processos científicos que acontecem na cozinha, são duas atividades distintas. Se falamos de cozinhar, a pesquisa não deixará de ser um apoio. Cozinhar significa conhecer (a história, a técnica, os produtos, a tradição e a modernidade, os processos culinários), pensar, testar, refletir, escolher e também pesquisar. Se para o resultado final é necessário recorrer à ciência, ou estudar livros de história ou de qualquer outra disciplina criativa, esse fato será simplesmente um conhecimento que incorporamos à nossa filosofia de cozinha.

Essa confusão foi um dos motivos que nos levou a redigir a "síntese de nossa cozinha", ou seja, os 23 pontos com os quais pretendíamos definir e delimitar nossa maneira de entender e praticar a cozinha. Essa síntese nos serviu para muitas coisas, e entre elas darmo-nos conta de que o papel da investigação e da ciência, se bem que importante, fica limitado a um de seus 23 pontos. A cozinha é mais, ou é outra coisa, pois, repito, é preciso ter o máximo respeito pelo mundo científico, um respeito que deveria começar por não banalizar seu trabalho. A partir de hoje, se algum cozinheiro desejar definir seu trabalho como cozinha molecular, tem toda a liberdade para fazê-lo. Mas insisto que, em nosso caso, a classificação não procede.

Tradução de Paulo Migliacci











terça-feira, 26 de julho de 2011

Empilhadeira Destrói mais de US$ 1 milhão em Vinho


Um acidente com uma empilhadeira na Austrália destruiu um carregamento de vinho avaliado em mais de US$ 1 milhão (R$ 1,55 milhão). O vinho "acidentado" é o shiraz Mollydooker Velvet Glove de 2010, que é vendido a US$199 a garrafa, segundo a agência de notícias France Presse.

O produtor e enólogo da vinícola Sparky Marquis disse estar "arrasado" com a notícia de que 462 caixas de vinho foram danificadas durante embarque para os EUA. O empresário disse que o carregamento representa um terço da produção anual da vinícula McLaren Vale.

“Nós não pudemos acreditar”, disse Sparky. “Este vinho é nosso orgulho e prazer. Vê-lo destruído em um acidente besta desses e não sendo consumido como deveria nos deixa um pouco tontos. É uma perda enorme, vamos verificar agora cada uma das 462 caixas para ver se é possível salvar algo.”, completou.

Atônito, Saparky ainda comentou: "Quando abriram as caixas, falaram que parecia uma cena de assassinato. Mas o aroma era sensacional".

O vinho estava no seguro. O porta-voz da transportadora envolvida, a Kery Logistics, disse que a empresa cuida de mais de 20 mil containers por ano e nunca teve um problema como este antes.

fonte UOL e WINE REPORT

terça-feira, 12 de julho de 2011

Paulo Barros e Paulo Kress Abrem Restaurante em Agosto, o .it


O paulistano Paulo Barroso de Barros (chef e proprietário do Due Cuochi e do Kaá) e o empresário Paulo Kress (General Prime Burger e Kaá) não conseguem mesmo ficar quietos. Além da anunciada empreitada para outubro, a abertura da Trattoria e Rotisseria Girarrosto, a dupla irá inaugurar no começo de agosto o restaurante .it (belo nome!).

Localizado na rua Oscar Freire, na região mais nobre da zona oeste de São Paulo, o novo empreendimento irá ocupar o lugar onde funcionava uma filial do General Prime Burguer, cuja matriz está no Itaim Bibi.

Com cara italiana, o lugar apostará em massas artesanais, recheadas na hora, e muitos risotos. Outros destaques serão as sugestões de carne ou peixe e os carrinhos de antepastos, que circularão pelo salão. O preparo das receitas ficará a cargo do chef Giancarlo Marcheggiani, ex-Terraço Itália.

A casa deve manter o projeto arquitetônico da antiga lanchonete, mas o salão deve ganhar televisores de plasma, que irão transmitir em tempo real os bastidores da cozinha.

.it - Rua Oscar Freire, 450, Jardim Paulista, zona oeste, São Paulo, SP.

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