quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Águas de Luxo


Água já deixou de ser somente para hidratação há algum tempo. O mercado de águas de luxo tem crescido cada vez mais em todo o mundo.

As águas PERRIER, precursoras nesse ramo, já não são mais a grande referência em água diferenciada de qualidade. Hoje existem marcas muito mais elegantes no mercado.

Há pouco tempo atrás, as águas gourmets vinham todas de fontes européias. Hoje em dia, chique tem sido conseguir águas de locais alternativos, como Groelândia, Japão, Ilhas Fiji, etc. Por uma garrafa desses produtos especiais, pessoas pagam valores equivalentes às de vinhos. Mais que potáveis, são objetos de desejo degustáveis.

A maioria dessas águas é identificada pela profundeza de seus lençóis freáticos e pela variedade de sais que incorporam nas camadas de terra que atravessam. Podem ser oleosas, metálicas, secas, encorpadas, adstringentes e até picantes. São igualmente classificadas por critérios semelhantes aos vinhos, como buquês, retrogosto, notas de sabor e diferenças de origem, que podem ser: orvalho, rio, chuva, neve e vegetação.



A água BLING H2O é extraída a 800m de profundidade no Tenesse, EUA. Vendida em garrafas de vidro reciclado, decoradas manualmente com cristais e seladas do mesmo jeito que os champagnes, custam a bagatela de U$ 40,00 a garrafa de 750ml.


A Fillico Beverly Hills é uma água premium engarrafada em Kobe e só é vendida no Japão. Tem design arrojado, feitas com vidro fosco e também é cravejada de cristais. Custa a singela quantia de U$ 100,00 a garrafa. Mas se você quiser uma água igual a da foto, terá que pagar a mais pela tampa em formato de coroa de prata ou ouro que acompanham o néctar da vida.

Matar a sede nunca foi tão charmoso...

fonte TERRA e TESOURONET

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Forno a Lenha - Realidade ou Ilusão???







O sabor agradável da comida feita no forno a lenha é uma realidade ou apenas ilusão?

Teoricamente, se a temperatura de um forno a lenha for a mesma de um forno a gás, a aparência e texturas devem ser exatamente iguais.

Na prática, o forno a lenha tem algumas vantagens em relação ao forno a gás. O custo de funcionamento é menor, pois a lenha é mais barata e o forno se mantém quente por mais tempo. Pelo lado ecológico, desde que essa madeira seja de reflorestamento ou até mesmo vinda de florestas com técnicas de manejo sustentáveis, a lenha é um combustível melhor. É renovável, sua queima produz menos poluentes e os resíduos (cinzas) podem ser utilizadas como adubo para produção da mesma madeira. Já o gás é um combustível fóssil, caro, não renovável e tem resíduos em forma gasosa, que se espalha pela atmosfera gerando uma série de problemas que todos nós já conhecemos.

Mas quanto ao sabor, seriam iguais?

Colocando de lado a parte lúdica que tanto nos agrada de comer algo feito no forno a lenha, com sabor caseiro da fazenda ou da vovó, o que realmente acontece?

Se você estiver assando algo em sistema fechado, ou seja, com tampa, o sabor é o mesmo, pois a temperatura a qual a panela está exposta é a mesma. Mas se formos assar algo aberto, como pizzas, pães, batatas e carnes, o resultado final será diferente. A madeira em combustão exala vapores aromáticos que se impregnam no produto, ou seja, o assado fica levemente defumado. E é justamente esse sabor que tanto nos agrada. Ainda existe uma outra vantagem: pode-se usar diferentes tipos de madeira, mudando o sabor da defumação. No Brasil, geralmente é utilizado o eucalipto. Na Itália, é comum se utilizar galhos caídos de carvalho. Imaginem uma pizza assada com carvalho!!!

fonte: Gastronomia Descomplicada

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Häagen-Dazs - A História



Ao contrário do que a maioria das pessas pensa, a HÄAGEN-DAZS não é européia, mas americana. Tem sua origem no ano de 1920, com Reuben Mattus, um jovem empreendedor que trabalhava na empresa de sua mãe vendendo sorvetes de frutas em uma carroça nas ruas do bairro do Bronx, na cidade de Nova York.

Como o sorvete era o grande produto do momento nos EUA, a produção aumentava e a qualidade piorava. Para baratear os produtos, os fabricantes usavam cada vez mais conservantes, estabilizantes e muito ar na mistura, aumentando o volume do sorvete e baixando cada vez mais os custos de produção.

O negócio da família de Reuben prosperou durante três décadas, mas ele não estava contente com qualidade dos sorvetes servidos. Em 1961, junto com sua mulher, Rose, resolveu abrir sua própria fábrica, utilizando os melhores ingredientes disponíveis no mercado. 

Por sugestão de sua esposa, nomeou sua marca como HÄAGEN-DAZS, pois soava dinamarquesa. Naquela época, outras marcas de sorvetes do mercado americano também utilizavam nomes escandinavos ou alemães.

A produção iniciou com apenas três sabores: vanilla (baunilha), chocolate e café. Reuben Mattus e sua paixão por qualidade fizeram com que seus sorvetes tivessem um sabor único. O sorvete de chocolate era feito com chocolates belgas, o café vinha da Colômbia e a baunilha era importada da ilha de Madagascar.

Inicialmente seus produtos eram encontrados somente nos cafés e mercados gourmets da cidade de Nova York, mas não demorou muito para uma rede de distribuição ser implantada. Em 1973, o sorvete HÄAGEN-DAZS já era conhecido em todo os Estados Unidos.

Em 1976, Doris, filha do casal, abriu a primeira loja sob a marca HÄAGEN-DAZS. Foi um sucesso imediato e a popularidade levou à rápida expansão das lojas por todo país.

A partir de 1982, a marca começou a sua expansão internacional, exportando para o Japão, que viria a se transformar no seu maior mercado. Com a venda da empresa em 1983 para a Pillsbury Company por US$ 70 milhões, que se comprometeu a manter a alta qualidade do produto, a marca se tornou um fenômeno global, atuando com muita força no mercado europeu a partir de 1987 e chegando ao Brasil apenas dez anos depois. 

A primeira e única fábrica fora dos Estados Unidos foi inaugurada em 1993, ao norte da França.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Chocolate com Design de Nyemeyer




Oscar Niemeyer, no auge de seus incansáveis 103 anos, lança um projeto em parceria com a luxuosa Boutique de Chocolates AQUIM no Rio de Janeiro.

O arquiteto modernista projetou o chocolate no formato de curvas que são frequentemente vistas em seus projetos. Quem cuidou do doce foi Samantha Aquim, chef e diretora da divisão de chocolates, que escolheu manualmente as amêndas utilizadas do chocolate "Q", como foi batizado.

A fabricação da iguaria é limitada a 240 kg por ano e serão comercializadas apenas 200 unidades da caixa. Feitas de imbuia, vêm com três barras de 77% cacau e 42 pastilhas em seis misturas, com diferentes níveis de intensidade e suavidade. Quando as caixas acabarem, apenas os compradores das caixas poderão comprar mais chocolate, num exclusivo sistema de refil.

Na caixa também vem um livro contando o processo de fabricação do chocolate e uma pinça com pontas folheadas a ouro, para que o chocolate  seja "apropriadamente" degustado.

Mas serão pouquíssimas as pessoas que provarão essa delícia. Além de toda a exclusividade, o preço, que será divulgado apenas para compradores, no mais discreto esquema 'sob consulta', será amargo. Estima-se que a caixa custará cerca de R$1 mil.

Para quem puder se dar esse luxo, o produto estará nas lojas ainda nesta semana.

fonte Terra

Aquim: Rua Garcia D'Ávila, 149, Ipanema, tel.: 21.2523-5090.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Curitiba Homebrewers Fest


Acontecerá em Curitiba, no dia 25 de setembro, a primeira festa de cervejeiros artesanais da cidade. 

O festival é uma excelente oportunidade para se experimentar vários rótulos diferentes de cervejas produzidas aqui mesmo, no Paraná, e provar estilos bastante diversos. 

Participarão do evento cerca de 30 produtores, o que deve resultar em aproximadamente 60 rótulos diferentes. Será uma verdadeira aula sobre cerveja.

Entre os cervejeiros presentes estarão alguns já consagrados com prêmios, como o Junqueira, o pessoal da São Sebá e o Edigyl Pupo, ganhador do Concurso Nacional de Cervejas Artesanais em 2008.

O investimento para participar da festa é de R$ 15 antecipado e R$ 20 no dia, com direito a uma caneca do evento e uma cerveja.

A festa será no Ícaro Atlético Clube, Av. Munhoz da Rocha 1359, a partir das 10:00h

Boa cervejada a todos!!

Curitiba Restaurant Week


Após o sucesso da primeira edição, o mais famoso evento gastronômico do mundo acontece de novo em Curitiba entre os dias 27 de setembro e 10 de outubro. Será mais uma oportunidade para os apreciadores da boa gastronomia experimentarem excelentes opções de menus de renomados restaurantes, em diversas regiões da cidade.

Desta vez, são 55 restaurantes participantes, o que representa quase o dobro da primeira edição. Entre as casas estão conhecidos estabelecimentos do circuito gastronômico de Curitiba, como: Zea Mais, Lagundri, Villa Marcolini, Oli Gastronomia, toda a família Victor, Guega Ristorante, entre outros.

No almoço, a refeição custa R$ 27,50, e no jantar, R$ 39,00. Pode-se ainda contribuir com R$ 1,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Couvert, bebidas e 10% não inclusos.

O objetivo do evento é criar um movimento turístico em torno da gastronomia curitibana, criando o hábito das pessoas frequentarem espaços com cardápios mais elaborados, e claro, divulgar os restaurantes da cidade.

Confira a lista dos restaurantes participantes.


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