quinta-feira, 14 de março de 2013

Mentes Femininas Pensam Mais em Comida



O cérebro do homem tem mais "força de vontade" que o da mulher para controlar o desejo de comida, indica estudo com voluntários que ficaram 17 horas em jejum e depois foram estimulados com imagens de seus alimentos preferidos.

Para o estudo, os cientistas pediam aos participantes do teste que tentassem inibir a fome, ignorando o estímulo visual e pensando em outras coisas. Tanto homens como mulheres conseguiam diminuir a fome. O cérebro masculino, porém, revelou uma atividade menor nas áreas envolvidas com regulação de emoções. O cérebro feminino, aparentemente, continuava "ligadão" no desejo de alimento.

O estudo foi feito com 13 mulheres e 10 homens de peso normal, com média de IMC (Índice de Massa Corporal) de 24,8, considerado normal.

O estudo do grupo lembra que a capacidade de controlar emoções é fundamental, e que danos nesse sistema de inibição podem levar a distúrbios alimentares.

A interação entre genética e ambiente tem levado a uma epidemia de obesidade nos EUA, dizem os médicos. A predisposição nos genes se alia à maior facilidade de obtenção de alimentos calóricos demais.

"Nossa descoberta de uma falta de reação à inibição em mulheres é consistente com estudos comportamentais", escreveram os cientistas.

Os alimentos escolhidos para o teste vieram de uma lista apresentada pelos pesquisadores. Havia legumes e vegetais na lista. Mas os favoritos eram "bombas calóricas": pizza, lasanha, cheeseburger, sanduíche de bacon, queijo e ovo, sorvete ou bolo de chocolate.

Homens ganharam em média 4,5 kg por década; mulheres tiveram ganho de 2,3 kg entre 1982 e 1992, e de 4,1 kg de 1992 a 2002. Em 1982, 90% das mulheres tinham peso normal, número que caiu para 74% duas décadas depois. Entre homens, 79% tinham peso normal em 1982 e apenas 43% em 2002.

Entre os obesos (IMC acima de 30), os números foram parecidos. Havia só 1% de homens ou mulheres obesos quando adolescentes, mas o valor subiu para 8% entre mulheres e 9% entre homens 20 anos depois.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Sushi Engorda Tanto Como Big Mac com Fritas



Um sushi típico contém entre 290 e 350 calorias e possui uma quantidade de carboidrato equivalente a duas fatias e meia de pão. Sem contar que esses números podem aumentar ainda mais em opções que levam maionese, cream cheese e alimentos fritos. Um almoço com dois ou três sushis esconde um total de mais de mil calorias, por isso, é um engano pensar que é uma opção de refeição pouco calórica e saudável.

Muitas pessoas acreditam que comer sushi é uma boa maneira de seguir a recomendação de ingerir pelo menos duas porções de peixe por semana. No entanto, esse prato na realidade possui pouca quantidade de proteína. Especialistas em saúde dizem que uma porção de peixe deve pesar 140 g mas, em média, o peixe encontrado em sushis pesa apenas 5 g.Portanto, para atingir a cota ideal seria necessário comer 28 porções de sushi. Nas versões vegetarianas o prato possui ainda menos proteínas.

O arroz branco é o principal ingrediente do sushi, chegando a representar até 75% do prato. A versão utilizada na culinária japonesa é muito processada, fazendo com que o arroz perca vitaminas, minerais e fibras, que ajudam na digestão e saciedade. Além disso, o grão é cozido não apenas em água, mas também em uma quantidade considerável de açúcar, vinagre, sal e aromatizantes. 

O sushi recebe uma fina camada de alga, que possui fibras, cálcio, ferro e potássio, porém a dose é inferior a recomendada por dia. Seis sushis contêm apenas 1 g de alga, o que não chega a 1% do consumo feminino ideal de ferro e cálcio. Os pequenos pedaços de vegetais e frutas que podem fazer parte do prato também são insuficientes para chegar as 80 g recomendadas.

Mesmo as variações vegetarianas não representam grande contribuição. Para atingir a cota ideal de nutrientes seria necessário seis porções, o que representa 948 calorias, 13 colheres de chá de açúcar e mais de 10 gramas de sal.

Outro problema do sushi é a grande quantidade de sal, pois além da porção utilizada para o cozimento do arroz, o prato ainda leva molhos salgados. Peixes defumados e vegetais em conserva também levam sal fazendo do que um único sushi possa conter até 0,5 gramas de sal. A dose diária recomendada é de no máximo 6 gramas.

fonte ISTO É

segunda-feira, 11 de março de 2013

Saint Patrick’s Day no Clube do Malte



O Saint Patrick’s Day entrou para ficar no calendário de festas dos brasileiros e muitos bares investem na data caprichando nas atrações. No Clube do Malte, pioneiro no mercado de cervejas especiais, é a 3ª vez que a festa acontece, cada ano com mais atrativos para o público.

A edição de 2013, que acontece no sábado (16), promete decoração temática, sorteio de kits de cervejas especiais durante a noite e as bandas General Lee e Sabrina Blues Mendes tocando o melhor do blues e do rock.

Além de servir o chopp verde, clássico da celebração à Saint Patrick, em dobro das 17 às 19h, a casa abastecerá sua chopeira com outras variedades da bebida como o Way Irish Red e o Fuller’s. Para acompanhar Irish Chicken (galinha empanada e servida em molho irlandês) e sorvete de cerveja servido em quatro sabores: APA Sorbet, Banana Weiss, Green Chopp (Chopp Pilsen com toques de menta e figo) e Choco Porter (Sorvete com stagliatelli de chocolate belga meio amargo).

Para Douglas Salvador, sócio-proprietário do Clube do Malte, “o Saint Patrick’s Day pegou no Brasil porque é uma festa animada e envolve cerveja e chopp, bebidas que tem tudo a ver com o nosso clima. A expectativa de público para cada ano é maior que a do ano anterior, cerca de trezentas pessoas devem passar pelo Clube no Saint Patrick’s 2013.”

Serviço:

Clube do Malte         
Data: 16 de março de 2013 
Horário: a partir das 16 horas

Local: Rua Des. Motta, 2220 I Centro I Curitiba-PR
Reservas: (41) 3014-9313
Formas de Pagamento: Ticket Restaurante, Visa Vale, Sodexo, Green Card, todos os cartões de crédito e débito (exceto Hipercard)
Redes Sociais: Facebook, Twitter 

quinta-feira, 7 de março de 2013

Para Beber Cerveja sem Culpa




Refrescante no calor, a cerveja tem ótimos benefícios para a saúde. O principal responsável pelos efeitos positivos é o lúpulo, que é a planta que confere o amargor. A substância da planta é utilizada em compostos medicinais para tratamento de insônia, nervosismo, dor de cabeça e falta de apetite. E os benefícios não param por aí. Um estudo publicado na revista Chemistry & Biodiversity comprovou que o lúpulo possui ação anti-inflamatória.

Na pesquisa, pesquisadores compararam 13 compostos da planta com anti-inflamatórios. Provou-se, então, que 11 têm ação anti-inflamatória e os outros dois podem retardar a formação de tumores de peles. Outro estudou aprova que compostos do lúpulo ajudam na prevenção do desenvolvimento do câncer de mama. O extrato de lúpulo também melhorou a intolerância à glicose, contribuindo para evitar o desenvolvimento de diabetes.

E não é que outro estudo saiu do boteco? Cientistas da Universidade de Granada e do Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha liberaram o consumo de cerveja para atletas. O resultado constatado foi que a cerveja é capaz de restabelecer as perdas hídricas de maneira tão eficiente quanto a água e sem nenhum prejuízo aparente. Ou seja, a cervejinha é uma boa maneira de hidratar o organismo após o exercício físico. Segundo todos os cientistas, para que os benefícios aconteçam, o consumo deve ser moderado. 
Agora, com tanta notícia boa, o melhor a se fazer é um brinde à sua saúde!

texto produzido pelo CLUBE DO MALTE


quarta-feira, 6 de março de 2013

Hamburguer de Besouro? Logo, Insetos Deverão Fazer Parte do Cardápio Ocidental



Sabemos que pensar em pratos inusitados, como espetinho de tarântula, grilos fritos e hambúrguer de besouro, pode provocar enjoos. Estranho, mas  comer insetos está se tornando cada vez mais comum.

Heston Blumenthal, chef inglês proprietário do The Fat Duck, na Inglaterra, tem começado a usar alguns deles em seu cardápio. Os holandeses, por exemplo, já investiram em pesquisas para transformar lagartas e gafanhotos em alimentos convencionais, após o alarme do aumento de preço da carne.

Segundo especialistas, os insetos devem se tornar parte da dieta diária dos ocidentais no futuro. As informações são do jornal inglês Daily Mail. 

Por mais estranho e nojento que possa parecer, motivos para cogitar a inserção de insetos ao cardápio não faltam. O custo da carne está cada vez maior; encontrar terras suficientes para cultivar animais e atender a demanda está ficando mais difícil; eles são alternativa saudável e saborosa; muitos contêm mais proteína do que carne ou peixe; alguns – especialmente na fase larval – possuem gordura e quantidade significativa de aminoácidos, vitaminas e minerais; e o cultivo agride menos a natureza do que a criação de gado. 

O diretor florestal da Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas, Patrick Durst, afirmou que a sociedade ocidental tende a enxergar os insetos como sujos e asquerosos, no entanto, lembrou-se da importância da análise nutricional deles. “Os grilos são ricos em zinco, ferro e cálcio”, exemplificou. 

"Na Ásia, as pessoas vão aos supermercados para comprar pacotes de grilos. São alimentos de preferência. Mesmo que muitos sejam fritos e vendidos como petisco para acompanhar a cerveja, são mais saudáveis do que um pacote de batatas fritas”, disse Durst. 

O diretor florestal admitiu que convencer a Europa a começar a comer insetos será uma luta difícil, mas a mudança deve ocorrer. "Olhe para a forma como o sushi foi aceito, até mesmo como um lanche para viagem. Isso não ocorreria há 20 anos", comparou. 

Estima-se que até duas mil espécies de insetos estejam disponíveis no mundo para servir de alimentos aos humanos. Os grilos e formigas podem ser consumidos fritos e as tarântulas – fonte vital de proteína - e outras aranhas, grelhadas. Mas os especialistas esperam mesmo encontrar os insetos no cardápio de redes de fast-food como McDonald’s.

“Eu já posso ver o momento em que poderemos comprar hambúrgueres de besouro nas seções de congelados dos supermercados”, disse Gates. O segredo, segundo ele, é como estes alimentos serão apresentados. Uma hipótese é atrair aqueles que priorizam saúde e o meio ambiente. 

fonte TERRA
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