quarta-feira, 24 de abril de 2013

Garrafa que Filtra Coca Cola e a Deixa Transparente como Água




A ÖKO vende uma garrafa d’água que possui um filtro avançado desenvolvido pela NASA, com poros de apenas 2 mícrons. A empresa promete que ele consegue filtrar até Coca-Cola e deixá-la transparente. Parece mentira, então o RocketNews24 comprou uma garrafa e fez o teste.

O resultado: a Coca-Cola não vira água, mas o filtro funciona como prometido, como você pode ver no vídeo acima.

Segundo o RocketNews24, os primeiros jatos de líquido são completamente incolores, mas vão ganhando a cor marrom da Coca-Cola à medida que você continua a filtrá-la.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Hamburguer do McDonald's Guardado por 14 Anos Não Estraga



Um homem de Utah fez uma bela experiência, meio que sem querer, mas fez. David Whipple comprou um sanduíche na rede McDonald’s em 1999 e o guardou até agora, 14 anos depois. O lanche continuou com a mesma aparência do dia em que foi comprado. As informações são do Daily Mail.

No começo, a intenção era guardar apenas por um mês para mostrar aos amigos como o sanduíche se conservaria. Ele esqueceu o sanduíche dentro do saco original, na parte de trás do carro, por meses. Quando viu que não ocorreu qualquer mudança, decidiu estender o tempo do experimento.

"Eu estava mostrando como as enzimas trabalham e pensei que um hambúrguer seria uma boa ideia. Usei por um mês e depois esqueci”, contou. Depois de anos, o hambúrguer não tinha sinal de mofo ou odor estranho, segundo Whipple. A única mudança notada foi o desaparecimento do picles. Ele usa a experiência com os netos para desencorajá-los a comer em redes fast-food.

fonte TERRA

segunda-feira, 22 de abril de 2013

As 10 Cervejas Mais Caras e Exóticas do Mundo

Enquanto o Brasil tenta vencer o maldito atraso regulatório que o impede de fabricar cervejas exóticas, outros países já o fazem, e cobram bem caro por isso. Um levantamento feito pelo site LuxuryLaunches, especializado em mercado de luxo, destacou as cervejas mais caras do mundo.

Os preços variam de 44 a 800 dólares. Contudo, poucos exemplares podem ser encontrados no Brasil. Uma das poucas é Sink the Bismarck!, que custa 85 dólares no exterior e, pasmen, é vendida por apenas 600 reais em território nacional.

Confira a lista das mais exóticas:


1. Antarctic Nail Ale - 800 dólares



Produzida pela australiana Nail Brewing em 2010, a Antarctic é uma cerveja exclusiva: só 30 exemplares foram engarrafados e vendidos em um leilão. O preço médio de cada garrafa foi de 800 dólares. A Antarctic Nail Ale foi vendida como uma cerveja puríssima - ao contrário da nossa Antarctica, a austaliana foi produzida com a própria água do continente gelado. Todo o dinheiro arrecadado com a venda das cervejas foi destinado a uma organização que trabalha pela preservação das baleias na Antártida.




2. End of History - 765 dólares



Nojenta para uns e ousada para outros, o fato é que essa cerveja belga é engarrafada e colocada dentro de animais mortos. Apenas 12 garrafas da End of History foram produzidas: sete feitas com furões, quatro com esquilos e uma com uma lebre. A End of History é uma das cervejas mais fortes já fabricadas, com 55% de graduação alcoólica. O nome da cerveja, que significa "o fim da História", é inspirado em uma frase do economista Francis Fukuyama, que relacionava o processo histórico à luta de classes e afirmou que a História havia acabado no fim da Guerra Fria e com a vitória do capitalismo. A BrewDog, cervejaria que criou a End of History, afirmou que, depois de criar uma cerveja tão forte, a empresa tinha determinado "o fim da cerveja". 

3. Jacobsen Vintage N°1 - 400 dólares



Existem cervejas de vários tipos, como a pilsen, popular no Brasil, e a lager, cuja representante mais conhecida no país é a Heineken. Já a Jacobsen Vintage n°1 é classificada como "vinho de cevada". Apenas 600 garrafas da Vintage n°1 foram produzidas. Cada uma delas foi envelhecida por seis meses em barris de carvalho na Suécia, tem uma graduação alcoólica de 10,5%.

4. Schorschbock 57 - 275 dólares



Essa cerveja, produzida na Alemanha, desbanca bebidas fortes - até mesmo as destiladas. Como seu nome sugere, a Schorschbock 57 contém 57% de álcool em sua composição e cada garrafa custa 275 dólares nos Estados Unidos. Apenas 36 garrafas foram produzidas.

5. Utopias - 150 dólares





A Utopias demora 19 anos para ficar pronta e só é vendida a cada dois anos, em exclusivos lotes de 8 mil unidades. Depois de ser produzida com lúpulo e xarope de bordo (Maple), a cerveja é envelhecida por 19 anos em barris de xerez, conhaque, bourbon e uísque. Depois de tanto tempo em barris, a Utopias fica com um toque de cada uma dessas bebidas. Cada garrafa custa 150 dólares no exterior. No Brasil, a garrafa não é vendida, mas o Bar Brejas, de Campinas (SP), vende doses de 60ml a 80 reais.


6. Space Barley - 110 dólares



Space Barley significa "cevada espacial". Por incrível que pareça, essa não é nenhuma propaganda enganosa da cervejaria japonesa Sapporo. O primeiro lote da Space Barley foi produzido a partir de sementes de cevada que passaram cinco meses na Estação Espacial Internacional, em 2006. Atualmente, a cevada utilizada na produção faz parte da quarta geração das sementes espaciais. Cada caixa com seis garrafas custa 110 dólares (18 dólares cada) no Japão.

7. Crown Ambassador Reserve - 95 dólares



A bebida é envasada na Austrália e nem parece cerveja, tanto pelo design da garrafa quanto por sua cor avermelhada. A Crown Ambassador Reserve é feita com malte cristalizado e envelhecida em barris de carvalho franceses por três meses. A Crown Company, produtora da cerveja, coloca anualmente à venda uma nova coleção da Crown Ambassador. 

8. Sink the Bismarck! - 85 dólares



A Sink the Bismarck! é uma boa opção para aqueles que acham que cerveja tem pouco álcool. Ela atinge o impressionante teor alcoólico de 41% - para isso, sua receita tem quatro vezes mais lúpulo que uma cerveja comum, o que faz com que a cerveja fique amarga, mas também é possível sentir um leve gosto de mel no final. A Sink the Bismarck! é produzida pela empresa escocesa BrewDog (a mesma das cervejas com animais). A bebida também pode ser encontrada no Brasil, mas o preço sobe a, pelo menos, 600 reais nos bares que vendem cervejas importadas.

9. Tutankhamun Ale - 75 dólares



Os egípcios teriam sido um dos primeiros povos do mundo a produzir cerveja, há mais de 3 mil anos. Em 1990, em expedição pelo país africano, um grupo de arqueólogos escoceses descobriu câmaras onde havia a produção de cerveja. Depois de pesquisar os barris utilizados e decifrar hieróglifos, os pesquisadores resgataram a receita e criaram a Tutankhamun Ale. Apenas 1000 garrafas foram produzidas - a primeira foi vendida por quase 8 mil dólares, mas, hoje, os preços caíram para apenas 75 dólares.

10. Pabst Blue Ribbon 1844 - 44 dólares



Produzida pela cervejaria norte-americana Pabst especialmente para o mercado chinês, a Blue Ribbon 1844 é feita de malte caramelizado trazido da Alemanha, o que garante um  paladar doce à bebida. A cerveja tem um volume alcoólico de 4,74% e custa 44 dólares na China.

fonte VEJA

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Site que Sugere Boicote Revela Insatisfação com Preços de São Paulo


As queixas sobre o valor da conta dos restaurantes de São Paulo não se restringem mais às conversas de mesa de bar. Acabam de ganhar tribuna on-line em tom de irritação e ironia.

Criado no último dia 8, o site BoicotaSP reúne reclamações enviadas por usuários sobre preços de estabelecimentos paulistanos. Em uma semana, o BoicotaSP recebeu mais de 200 reclamações, das quais 73% referiam-se a itens de restaurantes, bares e padarias.

São lugares que "cobram demais e entregam de menos", anuncia a página, que obteve sucesso rapidamente.

Um dos alvos foi o milk-shake com sorvete Häagen-Dazs, uísque Jack Daniel's e cerveja Guinness da hamburgueria Meats, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Custa R$ 40. Vale? O consumidor decide...

Sim, para o chef e proprietário do Meats, Paulo Yoller. "São ingredientes importados, que aqui custam caro. Quis trazer uma coisa diferente para São Paulo e estou sendo massacrado por isso."

Depois da primeira queixa, o site recebeu outras 25 críticas ao Meats. Por outro lado, 21 internautas saíram em defesa da hamburgueria.

O BoicotaSP foi a fonte de inspiração para o site SP Honesta, lançado apenas dois dias depois do primeiro.

Enquanto o BoicotaSP aponta locais onde a relação custo-benefício deixa a desejar, o SP Honesta muda um pouco o foco, serve mais como um site que incentiva e mostra locais onde se come bem gastando pouco. Eles têm funções opostas, mas com um tema comum.

Esses novos sites embarcam em uma insatisfação amparada pelos números. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada no Brasil, de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), atingiu 6,6%.

Já comer fora de casa no país, no mesmo período, ficou 10,3% mais caro. Agora, se o universo for a Grande São Paulo, a conta sai ainda mais salgada -a alta foi de 12,3%.

Os preços subiram em virtude dos custos de manutenção, dizem os empresários do setor. Gastos com matéria-prima, impostos e aluguel são os que mais pesam, afirmam.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Alex Atala Lança Instituto para Valorização dos Ingredientes Brasileiros



No começo desta semana, o chef Alex Atala participou do lançamento oficial do Instituto Atá. A organização reúne um grupo de outros nove profissionais, de diferentes expertises, para trabalharem em conjunto em projetos para a valorização de ingredientes brasileiros.  Atala explica em sua carta de fundação que resolveu criar um instituto para estruturar as cadeias e ir em busca de ingredientes de uma cozinha, que não fosse somente boa de comer, mas fosse saudável para quem faz, para quem come e para quem produz.

Os outros integrantes do insituto são o antropólogo, Beto Ricardo, o engenheiro de produção especializado em alimentos, Georges Schnyder, o jornalista Ilan Kow, o empresário Maurício Amaro, o publicitário Rafael Matesso, o empresário Ricardo Guimarães, o jornalista, Roberto Smeraldi, o designer, Rubens Kato, e o fotógrafo Sergio Coimbra. A ideia da organização é trabalhar na valorização dos produtores, na pesquisa de novos ingredientes e na regulamentação de alguns já usados informalmente e, até mesmo, incentivar a comercialização desses artigos.​

Entre os primeiros projetos encabeçados pelo instituto estão:

- Retratos do Gosto, que preza o investimento em pesquisa e estruturação da área de produção, do ingrediente e do produtor; 

- Servir insetos, que incentiva o uso de insetos, como uma variedade de formiga saúva amazônica, como ingrediente; 

- Pimenta Baniwa Jiquitaia, que procura introduzir esse ingrediente, produzido pelas mulheres baniwa, no mercado; 

- Carne Sustentável, que trabalha na ideia de uma produção de carne amiga do meio ambiente; 

- Baunilha do Cerrado, que visa a regularização da produção da baunilha no cerrado; 

- Mel das Abelhas Nativas, que busca a regulamentação do comércio desse ingrediente. 

Outras questões que serão trabalhadas pelo instituto são as utilizações do mar, a piscicultura, a valorização da mandioca, a busca de novos ingredientes, o comércio de carnes silvestres e a oleodiversidade brasileira. 

fonte TERRA 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Alain Ducasse Recebe Prêmio por Sua Obra



O chef francês, Alain Ducasse, 56, foi homenageado com um prêmio pelo conjunto de sua obra. A distinção foi conferida pela revista inglesa "Restaurant", que também promove o concurso dos 50 melhores restaurantes do mundo.

Em comunicado, a organização do prémio afirma que Ducasse “ultrapassou as fronteiras da excelência" na cozinha, ao longo da sua carreira de 30 anos. A distinção reconhece o trabalho de Ducasse em prol da “cozinha francesa inovadora, mas também a indiscutível influência sobre a geração actual de chefs e especialistas” em todo o mundo, acrescenta.


O chef conquistou três estrelas Michelin aos 33 anos de idade, no restaurante Le Louis XV, no Hôtel de Paris (Mónaco), tendo-se tornado o primeiro a receber três estrelas do guia em três cidades distintas. Os seus restaurantes já conseguiram 14 entradas na lista dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo, “mais do que qualquer outro chef”.


O "Lifetime Achievement Award" é um reconhecimento por "sua cozinha francesa inovadora e também por sua influência indiscutível sobre a geração atual de chefs", segundo o anúncio oficial. Ducasse sucede o americano Thomas Keller (dos restaurantes The French Laundry e Per Se).

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