segunda-feira, 29 de abril de 2013

Os 50 Melhores Restaurante do Mundo - 2013



O espanhol El Celler de Can Roca conquistou a primeira posição na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo. Batizado de "The World's 50 Best Restaurants", o prêmio anual da revista britânica Restaurant, em parceria com a Acqua Panna/San Pellegrino, é o cobiçado "Oscar" da gastronomia mundial.



Desde o começo do ano, havia rumores de que o restaurante paulistano D.O.M., de Alex Atala, subiria no ranking, mas não foi desta vez: a casa baixou duas posições, ocupando agora o 6° lugar, o que não é derrota alguma. 

A novidade foi a entrada do restaurante Maní, em São Paulo, da chef Helena Rizzo, entre os 50 melhores, na 46° posição. A premiação foi divulgada para a imprensa internacional nesta segunda-feira (29), poucas horas antes do anúncio oficial, em Londres, Inglaterra.

Confira abaixo a lista completa dos 50 melhores restaurantes do mundo:

1 El Celler de Can Roca, Girona, Espanha

2 Noma, Copenhagen, Dinamarca

3 Osteria Francescana, Modena, Itália

4 Mugaritz, San Sebastián, Espanha

5 Eleven Madison Park, Nova York, Estados Unidos

6 D.O.M., São Paulo, Brasil 

7 Dinner by Heston Blumenthal, Londres, Inglaterra

8 Arzak, San Sebastián, Espanha

9 Steirereck, Vienna, Áustria

10 Vendôme Bergisch, Gladbach, Alemanha

11 Per Se, Nova York, Estados Unidos

12 Frantzén/Lindeberg, Estocolmo, Suécia

13 The Ledbury, Londres, Inglaterra

14 Astrid y Gastón, Lima, Peru

15 Alinea, Chicago, Estados Unidos

16 L’Arpège, Paris, França

17 Pujol, Cidade do México, México

18 Le Chateaubriand, Paris, França

19 Le Bernardin, Nova York, Estados Unidos

20 Narisawa, Tóquio, Japão

21 Attica, Melbourne, Austrália

22 Nihonryori RyuGin, Tóquio, Japão

23 L’Astrance, Paris, França

24 L’Atelier Saint-Germain de Joël Robuchon, Paris, França

25 Hof Van Cleve, Kruishoutem, Bélgica

26 Quique Dacosta, Dénia, Espanha

27 Le Calandre, Rubano, Itália

28 Mirazur, Menton, França

29 Daniel, Nova York, Estados Unidos

30 Aqua, Wolfsburg, Alemanha

31 Biko, Cidade do México, México 

32 Nahm, Bangcok, Tailândia

33 The Fat Duck, Bray, Inglaterra

34 Fäviken, Järpen, Suécia

35 Oud Sluis, Sluis, Holanda 

36 Amber, Hong Kong, China 

37 Vila Joya, Albufeira, Portugal

38 Restaurant Andre, Singapura

39 8 1/2 Otto E Mezzo Bombana, Hong Kong, China

40 Combal.Zero, Rivoli, Itália

41 Piazza Duomo, Alba, Itália

42 Schloss Schauenstein, Fürstenau, Suíça

43 Mr & Mrs Bund, Xangai, China

44 Asador Etxebarri, Atxondo, Espanha

45 Geranium, Copenhagen, Dinamarca

46 Maní, São Paulo, Brasil

47 The French Laundry, Yountville, Estados Unidos

48 Quay, Sydney, Austrália

49 Septime, Paris, França

50 Central, Lima, Peru

El Celler de Can Roca é o Melhor Restaurante do Mundo 2013



O espanhol El Celler de Can Roca conquistou o primeiro lugar na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo da revista britânica "Restaurant", considerado o Oscar da gastronomia.

Na última edição, divulgada no ano passado, o restaurante dos irmãos Joan, Josep e Jordi Roca ocupou a segunda colocação.

O dinamarquês Noma, que se manteve em primeiro lugar por três anos, é agora o segundo colocado na lista.

O brasileiro D.O.M., de Alex Atala, caiu da quarta posição de 2012 para a sexta.

A lista será oficialmente divulgada em cerimônia em Londres, às 21hs do horário local (17h30 de Brasília).

El Celler de Can Roca fica em Girona, na região da Catalunha, na Espanha.

As principais características da cozinha são a preferência pelos ingredientes típicos catalães, a combinação de técnicas inteligentes e simples e um certo humor na apresentação dos pratos.

El Celler de Can Roca foi fundado em 1986 pelos irmãos Joan e Josep. Joan, o mais velho, ficava na cozinha e Josep, o irmão do meio e sommelier, no salão. Em 1996, o caçula Jordi se uniu ao projeto, também na cozinha, mas cuidando especificamente das sobremesas.

El Celler foi aberto ao lado do estabelecimento dos pais Josep Roca e Montse Fonta, o bar e restaurante Can Roca. Ficava em um pequeno imóvel e, em 2007, migrou para uma antiga casa de campo construída em 1911.

Com uma cozinha espanhola moderna, em 1995, o restaurante recebeu a primeira estrela Michelin. Em 2002, veio a segunda e, em 2009, a terceira.

Em 2009, a revista inglesa Restaurant colocou El Celler de Can Roca em quinto lugar entre os 50 melhores do mundo. Em 2010, ele subiu para a quarta posição e em 2011 e 2012, ficou em segundo lugar.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

1° Vinada Cultural de Curitiba



Neste sábado, acontece a primeira Vinada Cultural, sim Vinada Cultural. O evento vai reunir dez dos mais famosos hot dogs da capital paranaense em um evento no estilo feira e com preço único de R$ 6 (sendo R$ 1 destinado à Associação Amigos do Hospital das Clínicas). A festa vai das 12 às 18 horas.

*Para quem é de fora, vina é o jeito que os curitibanos chamam a salsicha!

Os dogueiros estarão dividos em barracas. Cada um servirá um tipo de cachorro quente. As vendas serão feitas pelo sistema de fichas.

Entre as opções, há hot dogs com recheios tradicionais e outros menos comuns, como carne-seca e molhos especiais. 

No fim do dia, o público elegerá o melhor cachorro-quente da Vinada. Para ajudar nesta eleição, cada barraca terá um chef renomado para apadrinhá-la, fazer campanha e colocar a mão na massa, se necessário.


Serviço

Vinada Cultural. Dia 27 de abril, das 12 às 18 horas, no Passeio Público. Os cachorros-quentes serão vendidos a R$ 6. Serão aceitos cartões. Caso chova, o evento será transferido para o fim de semana seguinte.

Organização

Os dez dogueiros do evento foram selecionados a partir de uma postagem aberta no perfil do Bom Gourmet no Facebook. Nela, os leitores indicaram seus cachorros-quentes preferidos.

A Vinada Cultural é uma ação idealizada pela chef Manu Buffara e realizada pela Gazeta do Povo em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Res­­taurantes (Abrasel-PR), Pre­­feitura de Curitiba e Instituto do Turismo. Faz parte do movimento Ocupe o Passeio Público, que começou nas redes sociais, ganhou o apoio da Gazeta do Povo e do poder público.

Sem contar a incrível corrida de pedalinhos que acontecerá no lago do parque. Diversão garantida pra todo mundo!

Conheça as barracas e lanches que serão servidos no evento:

Au-Au Lanches

• Chef padrinho: Ricardo Filizola (La Cocina Gastronomia e Eventos).

• Tem quase 40 anos de existência. Começou como um carrinho e transformou-se em uma rede, com várias lojas no Brasil e até no Paraguai. Tem 12 tipos de cachorro-quente, com preços entre R$ 5,90 a R$ 11,90. Na Vinada, servirá o New York (com duas vinas tipo americana grelhadas, maionese, catchup e mostarda).

• Serviço: em Curitiba tem lojas na Alameda Doutor Carlos de Carvalho, 990, Centro; Avenida Munhoz da Rocha, 770, Cabral; Rua Dr. Faivre, 808, Centro; Rua Camões, 348, Alto da XV; Rua Visconde do Rio Branco, 1.687, Centro; Rodovia do Café, km zero BR 277, Santo Inácio; e em shoppings.

Dog do Japa

• Chef padrinho: Dyogo Prado (La Cocina Gastronomia e Eventos)

• Atua desde 1999. Serve quatro tipos de cachorro-quente: tradicional com frango, com queijo cheddar, com catupiry ou com queijo provolone – preços a partir de R$ 3,50. No evento, servirá a versão com queijo cheddar.

• Serviço: a barraca fica na Rua Comendor Araújo, esquina com Presidente Taunay (exatamente atrás do shopping Crystal).

Hot Dog Benassi

• Chef madrinha: Manu Buffara (Restaurante Manu).

• Atua há 12 anos, com duas opções no cardápio: cachorro-quente simples (maionese, uma vina, tomate, cebola, catchup e mostarda) e especial (todos os ingredientes do simples, duas vinas, mais milho, bacon e batata palha) – custam a partir de R$ 3. Na Vinada, servirá o especial.

• Serviço: barraca matriz na Av. Água Verde, 229, Água Verde. Também tem barracas no Hauer, Boa Vista, Portão, Cabral e Centro Cívico e em Araucária.

Dog do Nilson

• Chef padrinho: Marcelo Amaral (Lagundri).

• O carrinho atende desde 1990, no sistema de bufê – em que o próprio cliente monta o cachorro-quente com os acompanhamentos disponíveis. Os preços variam de R$ 7 a R$ 11. No evento, servirá o Dog do Nilson (vina, milho, ervilha, tomate, molho tártaro, maionese com beterraba, creme de alho e batata palha).

• Serviço: o carrinho fica na Av. Arthur Bernardes, 596, Santa Quitéria.

Green Dog

• Chef madrinha: Eva dos Santos (Bistrô do Victor).

• Desde 2006 a barraca de rua serve 11 tipos de cachorro-quente. Todos podem vir com salsicha normal ou de soja (vegetariana). Os sanduíches custam a partir de R$ 6,50. No evento, servirá o Nhatacas de Juca (pode ser montado com vina de soja ou normal – os acompanhamentos são maionese, purê, tomate, milho, farofa, batata palha, castanha de caju, gorgonzola e catupiry).

• Serviço: barraca na Rua Alberto Folloni, 225, Juvevê.

Jhose’s Dog

• Chef padrinho: Paulino da Costa (Pier do Victor).

• Começou em 1990, na Avenida Iguaçu. Alguns anos depois, mudou-se para a Praça Maria Polenta. Serve mais de dez tipos de lanches e é conhecido pelo tamanho dos sanduíches – alguns deles levam quatro pães. Os peços variam de R$ 3,50 a R$ 20. No evento, servirá o especial (com pão, vina e recheio de ovo ou frango).

• Serviço: Praça Maria Polenta, s/n, Água Verde (próximo ao cruzamento das avenidas República Argentina e Getúlio Vargas).

Senhor Garibaldi

• Chef padrinho: Délio Canabrava (Cantina do Délio, CanaBenta, Estofaria).

• Aberto em fevereiro deste ano, serve cinco tipos de cachorro-quente. Todos tem vina artesanal de 120 g e pão francês. Os preços variam de R$ 5,90 a R$ 10,90. Na Vinada, servirá o Americano (salsicha recheada com queijo, cebola empanada frita e molho barbecue).

• Serviço: atende no balcão na Rua Itupava, 1.377, Hugo Lange; e por delivery: (41) 3029-8006.

Josias Hot Dog

• Chef padrinho: Dudu Sperandio (Ernesto Ristorante).

• Começou a preparar cachorro-quente no ano de 2000. Com o tempo, a barraca se transformou em lanchonete. Tem 12 combinações no cardápio, com preços que variam de R$ 4,50 a R$ 9,90. Na vinada, servirá o Paraíba (com duas vinas, maionese, tomate, carne-seca desfiada, parmesão derretido na chapa, cheiro verde e orégano).

• Serviço: lanchonetes na Rua Julia Wanderley, 350, Mercês; Rua Cecílio Toniolo, 80, Portão; Rua Martin Afonso, 2.385, Bigorrilho. Telefones (41) 3235-2235 e 3339-0572.

Hot Dog Yracema

• Chef padrinho: Alexandre Bressanelli (Gardeno).

• Começou há 30 anos, em Araucária, e hoje tem quatro lojas em Curitiba e região. Serve nove tipos de cachorro-quente – custam entre R$ 4,10 a R$ 6,10. Um dos mais pedidos é o prensado (pão, vina, maionese, tomate, cebola, catchup, mostarda e batata palha), que estará na Vinada.

• Serviço: atende em 4 endereços – Rua Ten. Francisco Ferreira Do Souza, 3.739, Boqueirão; Rua São José dos Pinhais, 84, Sítio Cercado; Avenida Victor do Amaral, 508, Araucária; Rua Julieta Vidal Osório, 463, Araucária.

Dog do Zeu

• Chef padrinho: Ivan Lopes

• Há 19 anos é uma das barracas mais procuradas no Bacacheri. Serve dois lanches: o tradicional e o prensado – ao preço de R$ 7 e R$ 8, respectivamente. Para a Vinada, levará a segunda opção (que tem duas vinas, salada, catchup, maionese e batata-palha).

• Serviço: barraca na esquina da Rua Erasto Gaertner com Rua Holanda, no Bacacheri.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Garrafa que Filtra Coca Cola e a Deixa Transparente como Água




A ÖKO vende uma garrafa d’água que possui um filtro avançado desenvolvido pela NASA, com poros de apenas 2 mícrons. A empresa promete que ele consegue filtrar até Coca-Cola e deixá-la transparente. Parece mentira, então o RocketNews24 comprou uma garrafa e fez o teste.

O resultado: a Coca-Cola não vira água, mas o filtro funciona como prometido, como você pode ver no vídeo acima.

Segundo o RocketNews24, os primeiros jatos de líquido são completamente incolores, mas vão ganhando a cor marrom da Coca-Cola à medida que você continua a filtrá-la.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Hamburguer do McDonald's Guardado por 14 Anos Não Estraga



Um homem de Utah fez uma bela experiência, meio que sem querer, mas fez. David Whipple comprou um sanduíche na rede McDonald’s em 1999 e o guardou até agora, 14 anos depois. O lanche continuou com a mesma aparência do dia em que foi comprado. As informações são do Daily Mail.

No começo, a intenção era guardar apenas por um mês para mostrar aos amigos como o sanduíche se conservaria. Ele esqueceu o sanduíche dentro do saco original, na parte de trás do carro, por meses. Quando viu que não ocorreu qualquer mudança, decidiu estender o tempo do experimento.

"Eu estava mostrando como as enzimas trabalham e pensei que um hambúrguer seria uma boa ideia. Usei por um mês e depois esqueci”, contou. Depois de anos, o hambúrguer não tinha sinal de mofo ou odor estranho, segundo Whipple. A única mudança notada foi o desaparecimento do picles. Ele usa a experiência com os netos para desencorajá-los a comer em redes fast-food.

fonte TERRA

segunda-feira, 22 de abril de 2013

As 10 Cervejas Mais Caras e Exóticas do Mundo

Enquanto o Brasil tenta vencer o maldito atraso regulatório que o impede de fabricar cervejas exóticas, outros países já o fazem, e cobram bem caro por isso. Um levantamento feito pelo site LuxuryLaunches, especializado em mercado de luxo, destacou as cervejas mais caras do mundo.

Os preços variam de 44 a 800 dólares. Contudo, poucos exemplares podem ser encontrados no Brasil. Uma das poucas é Sink the Bismarck!, que custa 85 dólares no exterior e, pasmen, é vendida por apenas 600 reais em território nacional.

Confira a lista das mais exóticas:


1. Antarctic Nail Ale - 800 dólares



Produzida pela australiana Nail Brewing em 2010, a Antarctic é uma cerveja exclusiva: só 30 exemplares foram engarrafados e vendidos em um leilão. O preço médio de cada garrafa foi de 800 dólares. A Antarctic Nail Ale foi vendida como uma cerveja puríssima - ao contrário da nossa Antarctica, a austaliana foi produzida com a própria água do continente gelado. Todo o dinheiro arrecadado com a venda das cervejas foi destinado a uma organização que trabalha pela preservação das baleias na Antártida.




2. End of History - 765 dólares



Nojenta para uns e ousada para outros, o fato é que essa cerveja belga é engarrafada e colocada dentro de animais mortos. Apenas 12 garrafas da End of History foram produzidas: sete feitas com furões, quatro com esquilos e uma com uma lebre. A End of History é uma das cervejas mais fortes já fabricadas, com 55% de graduação alcoólica. O nome da cerveja, que significa "o fim da História", é inspirado em uma frase do economista Francis Fukuyama, que relacionava o processo histórico à luta de classes e afirmou que a História havia acabado no fim da Guerra Fria e com a vitória do capitalismo. A BrewDog, cervejaria que criou a End of History, afirmou que, depois de criar uma cerveja tão forte, a empresa tinha determinado "o fim da cerveja". 

3. Jacobsen Vintage N°1 - 400 dólares



Existem cervejas de vários tipos, como a pilsen, popular no Brasil, e a lager, cuja representante mais conhecida no país é a Heineken. Já a Jacobsen Vintage n°1 é classificada como "vinho de cevada". Apenas 600 garrafas da Vintage n°1 foram produzidas. Cada uma delas foi envelhecida por seis meses em barris de carvalho na Suécia, tem uma graduação alcoólica de 10,5%.

4. Schorschbock 57 - 275 dólares



Essa cerveja, produzida na Alemanha, desbanca bebidas fortes - até mesmo as destiladas. Como seu nome sugere, a Schorschbock 57 contém 57% de álcool em sua composição e cada garrafa custa 275 dólares nos Estados Unidos. Apenas 36 garrafas foram produzidas.

5. Utopias - 150 dólares





A Utopias demora 19 anos para ficar pronta e só é vendida a cada dois anos, em exclusivos lotes de 8 mil unidades. Depois de ser produzida com lúpulo e xarope de bordo (Maple), a cerveja é envelhecida por 19 anos em barris de xerez, conhaque, bourbon e uísque. Depois de tanto tempo em barris, a Utopias fica com um toque de cada uma dessas bebidas. Cada garrafa custa 150 dólares no exterior. No Brasil, a garrafa não é vendida, mas o Bar Brejas, de Campinas (SP), vende doses de 60ml a 80 reais.


6. Space Barley - 110 dólares



Space Barley significa "cevada espacial". Por incrível que pareça, essa não é nenhuma propaganda enganosa da cervejaria japonesa Sapporo. O primeiro lote da Space Barley foi produzido a partir de sementes de cevada que passaram cinco meses na Estação Espacial Internacional, em 2006. Atualmente, a cevada utilizada na produção faz parte da quarta geração das sementes espaciais. Cada caixa com seis garrafas custa 110 dólares (18 dólares cada) no Japão.

7. Crown Ambassador Reserve - 95 dólares



A bebida é envasada na Austrália e nem parece cerveja, tanto pelo design da garrafa quanto por sua cor avermelhada. A Crown Ambassador Reserve é feita com malte cristalizado e envelhecida em barris de carvalho franceses por três meses. A Crown Company, produtora da cerveja, coloca anualmente à venda uma nova coleção da Crown Ambassador. 

8. Sink the Bismarck! - 85 dólares



A Sink the Bismarck! é uma boa opção para aqueles que acham que cerveja tem pouco álcool. Ela atinge o impressionante teor alcoólico de 41% - para isso, sua receita tem quatro vezes mais lúpulo que uma cerveja comum, o que faz com que a cerveja fique amarga, mas também é possível sentir um leve gosto de mel no final. A Sink the Bismarck! é produzida pela empresa escocesa BrewDog (a mesma das cervejas com animais). A bebida também pode ser encontrada no Brasil, mas o preço sobe a, pelo menos, 600 reais nos bares que vendem cervejas importadas.

9. Tutankhamun Ale - 75 dólares



Os egípcios teriam sido um dos primeiros povos do mundo a produzir cerveja, há mais de 3 mil anos. Em 1990, em expedição pelo país africano, um grupo de arqueólogos escoceses descobriu câmaras onde havia a produção de cerveja. Depois de pesquisar os barris utilizados e decifrar hieróglifos, os pesquisadores resgataram a receita e criaram a Tutankhamun Ale. Apenas 1000 garrafas foram produzidas - a primeira foi vendida por quase 8 mil dólares, mas, hoje, os preços caíram para apenas 75 dólares.

10. Pabst Blue Ribbon 1844 - 44 dólares



Produzida pela cervejaria norte-americana Pabst especialmente para o mercado chinês, a Blue Ribbon 1844 é feita de malte caramelizado trazido da Alemanha, o que garante um  paladar doce à bebida. A cerveja tem um volume alcoólico de 4,74% e custa 44 dólares na China.

fonte VEJA
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