terça-feira, 19 de novembro de 2013

Restaurantes Privativos Viram Atração em Prédios de Alto Padrão


Cozinha gourmet já deixou de ser importante. Para alguns empreendimentos imobiliários nos Estados Unidos, o que vale mesmo é criar restaurantes exclusivos para os condôminos.

A tendência foi registrada pelo jornal "Wall Street Journal", que listou alguns prédios de altíssimo padrão em cidades como Nova York e Miami com restaurantes privados que também fazem serviço de quarto e de bufê de café da manhã para os moradores. Praticamente quase como ter um chef pessoal.

Claro que esse chamego todo não é para qualquer um. Por exemplo, os apartamentos mais "baratos" de um dos endereços mais conhecidos de Nova York com esse tipo de serviço, o 15 Central Park West, não saem por menos de US$ 10 milhões (cerca de R$ 22 milhões). 

Um dos gerentes ouvidos na reportagem explicou que o ritmo dos restaurantes privados é bem diferente de uma casa aberta ao público: restrições alimentares e preferências gastronômicas dos moradores, por exemplo, são registradas em um computador. 

E ao contrário dos restaurantes de flats, geralmente abertos ao público, os restaurantes privativos só podem ser acessados pelos moradores e eventuais convidados. Os condôminos pagam uma taxa mensal para sustentar o local e os jantares têm uma taxa de consumação mínima que ajuda a manter o restaurante.

Os custos de manter um chef e uma equipe de cozinha à disposição dos moradores pode sair por até mil dólares (cerca de R$ 2.200) por dia. Em alguns endereços, a taxa mensal pode chegar a cerca de US$ 800 (cerca de R$ 1.800).

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Bioquímica Permite Novo Modelo de Café


Dois cafés com características sensoriais arrojadas, distintas das associadas aos grãos brasileiros, chegam em breve ao mercado para tirar as línguas do marasmo.

Elas têm em comum dois tipos de acidez: a láctica e a fosfórica (essa última, inédita na bebida nacional). A primeira deixa a boca macia, aveludada; a segunda, agradavelmente viscosa.

Acidez pronunciada, até então, era coisa do caríssimo café queniano, considerado um dos melhores do mundo justamente por sua complexidade no paladar. Os grãos brasileiros, por outro lado, sempre foram famosos pela doçura elevada.

Foi com o uso da bioquímica que produtores nacionais conseguiram bebidas com perfil sensorial semelhante ao dos quenianos.

Após a colheita, os frutos ficam em tanques de fermentação nos quais se adiciona levedura que processam açúcares e ajudam a formar ácidos e compostos aromáticos. Um dos cafés vem da Fazenda Santa Margarida, em São Manuel (SP); o outro, da Chapadão de Ferro, em Patrocínio (MG).

INOVAÇÃO

"Inovação em café se dá por ciclos. Nos anos 2000, ocorreu um processo em que os cafeicultores incorporaram a torra dos grãos. Agora, começaram a perceber que só isso não basta e passaram a olhar novamente para a lavoura, a entender que a maioria dos sabores maravilhosos do café é produzida quando a semente está viva -ou seja, antes de torrar", diz Neto.

Na Santa Margarida, os testes com fermentação prolongada começaram há seis anos, conduzidos empiricamente pelo proprietário, Mariano Martins. Foi só nesta safra que ele contou com a expertise de um microbiologista que, por contrato, não pode revelar em qual universidade europeia trabalha.

O resultado foram cafés complexos, obtidos a partir de dois parâmetros de fermentação: um de 48 horas e outro de 72. O primeiro, o "velvet touch" (toque aveludado), tem uma acidez interessante, mas moderada, em comparação com o outro. Deixa a boca untuosa, cremosa.

O segundo, o "acid lover", como o nome sugere, é para quem gosta de acidez pronunciada. Ambos chamam a atenção também pelos aromas florais -o desenvolvimento de compostos aromáticos é outro benefício desse tipo de beneficiamento.

O cafeicultor Ruvaldo Delarisse, da Chapadão de Ferro, foi o único que topou submeter parte de sua produção às experiências de Ensei Neto. "Testamos algumas leveduras até encontrar a certa", conta o consultor. Qual? Ele não revela.

Os grãos do microlote têm os dois tipos de acidez típicos do café queniano. Os de Delarisse começam a ser vendidos a partir da próxima segunda-feira. Os de Martins entram no site hoje.

O quilo de ambos custará R$ 160, quase duas vezes mais que grãos convencionais de boa qualidade, mas, ainda assim, bem mais em conta que o de café africano -que, com taxas de importação e transporte, chega a quase R$ 200.

OS TIPOS DE ACIDEZ

Cítrica
Todos os cafés têm esse ácido, o mesmo do limão, mas em diferentes proporções. Ele agride as papilas gustativas, que respondem ao ataque aumentando a salivação, numa tentativa de diluí-lo.

Láctica
É a acidez presente no leite e em seus derivados. Cafés com ácido láctico deixam a boca aveludada, untuosa, como se um pedaço de manteiga tivesse derretido na língua e se espalhando.

Fosfórica
Principal característica dos cafés quenianos, esse ácido ataca o cálcio dos dentes, deixando-os pegajosos, como se fossem envolvidos por uma película lodosa. Lembra muito a sensação deixada na boca pela Coca-Cola.

Málica
Desagradável, deixa a boca áspera, adstringente. Já comeu uma maçã-verde, ainda longe de amadurecer, que amarra na boca? Lembra bastante o efeito do ácido málico.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Moncloa Finest Tea Abre Sua Primeira Loja



Curitiba acaba de ganhar uma Tea Boutique inspirada no charme e design dos melhores chás da Europa e Estados Unidos. É a Moncloa Tea Boutique que traz o conceito de chá gourmet buscando os melhores blends do mundo e tratando a bebida como uma experiência ampla, que envolve todos os sentidos: visual, espiritual, os cheiros e os sabores.

Para isso, conta com uma carta de chás elaborada especialmente por uma tea sommelier que trouxe 25 sabores de vários lugares do mundo. O blend Sweet Mulberry, por exemplo, tem uma envolvente combinação de chá branco, papaia, maçã, amora e jasmin. “A elegância do nosso produto, está nas plantas selecionadíssimas e também nas combinações inusitadas que provocam sensações diferentes, como a de leveza e a de bem estar”, afirma Rodrigo Lopes, um dos proprietários da Moncloa.

Os chás são produtos de baixa caloria, muitos com ação anti-oxidante, diurético e consumido por pessoas preocupadas com o bem estar e qualidade de vida. Os chás Moncloa são vendidos em latas ou pacotes de 45g. Os acessórios foram selecionados pela qualidade e pelo design buscando uma extensão da experiência de consumo de cada blend. São xícaras, chaleiras, canecas e infusores que servem para consumo próprio ou como sugestão de presente para ocasiões especiais.

Loja Degustação

O lugar escolhido para a primeira loja da rede foi o mais novo shopping de Curitiba, o Pátio Batel. O espaço tem 30 e foi projetado pelo escritório Arquea Arquitetos. O resultado foi uma loja contemporânea, compondo um ambiente clean, com prateleiras acessíveis para que o cliente tenha facilidade de sentir os mais diversos aromas. A iluminação permite enxergar as cores das folhas, flores e raízes que compõem os blends dos chás distribuídos em nichos no entorno da loja. O convite é para uma degustação harmonizada com biscoitos, bolachas, alfajores e waffles Moncloa, proporcionando um momento agradável e tranquilo.

A marca

O nome é uma referência a Moncloa, elegante bairro da capital espanhola Madri. A embalagem foi criada pensando na funcionalidade de conservação do produto a seco, sem umidade. O design moderno busca facilitar a identificação dos produtos através das cores conforme o estilo, tipo de planta, intensidade do sabor de acordo com o gosto de cada cliente. “Desde o padrão arquitetônico até a marca e os produtos, tudo foi pensado para que o consumidor tenha uma experiência única”, conta Lopes.
Pátio Batel

O Pátio Batel, mais novo empreendimento do Grupo Soifer, inaugura com o intuito de oferecer aos consumidores, em um único lugar, experiência de consumo “premium” ou seja, aquela que vai além de sacolas e vitrines, com produtos e serviços que seguem diretrizes de entretenimento, lazer e cultura. A estrutura de nove pavimentos abriga 2.300 vagas de estacionamento e 200 lojas de marcas nacionais e internacionais e um projeto arquitetônico inovador para um shopping, uma vez que prevê a integração entre as pessoas, a natureza e o espaço urbano. A iluminação natural, a vista da cidade a partir de espaços abertos e um projeto de gastronomia que vai além de uma praça de alimentação, com restaurantes, bares, cafés e sorveterias espalhados por todo o mall são algumas das características do Pátio Batel.

Serviço:
Moncloa Tea Boutique
Endereço: Pátio Batel – Piso L3 Loja 310 (Av. do Batel, 1868 I Batel I Curitiba-PR)
Horário de funcionamento: 10h às 22h (2ª a sábado) e 14h às 20h (domingos e feriados)
Telefone: 41 3020-3414
Redes sociais: Facebook, Instagram

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Nugtella - a Nutella de Maconha


Com autorização para uso medicinal em 18 estados e  para uso recreativo em outros dois, a maconha começa a dar impulso à criação de novas marcas em uma indústria americana. Esse fato começa a atrair empresas interessadas em aproveitar o novo mercado para lançar produtos especializados.

Uma empresa criou a Nugtella, creme que mistura chocolate com maconha medicinal em uma embalagem semelhante à tradicional Nutella, criada em 1963 pela italiana Ferrero e conhecida mundialmente. 


A Nugtella é feita com chocolate de avelã e óleo de haxixe, substância extraída da folha da planta da maconha. De acordo com a Organicares, companhia que lançou o produto no mercado americano, o doce só é vendido em lojas especializadas da Califórnia para quem faz uso da maconha como medicamento e prefere não fumá-la. O pote com 320 mg de THC adicionados ao chocolate custa US$ 25.
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