sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Iogurte de Vagina?

Foto: Minha Vida

Gente, eu não ia postar mais nada essa semana, mas depois de ler essa notícia, não vai dar pra não compartilhar.

Uma médica e estudante de Phd da Universidade de Wisconsin, em Madison, nos Estados Unidos, resolveu fazer iogurte das suas secreções vaginais. Isso mesmo, você não leu errado. E, por favor, continue comigo, vai valer a pena, prometo.

Há algum tempo atrás, um livro, que tinha receitas tendo como base esperma, virou sensação na internet e a Dra. Cecilia Westbrook, a tal estudante, ficou indignada ao constatar que existia um livro inteiro sobre o assunto mas absolutamente nada sobre cozinhar com secreções vaginais.

Pois ela arregaçou as mangas e resolveu dar um fim a essa lacuna "gastronômica" e fez iogurte de seu fluxo vaginal.

A primeira "fornada", segundo a própria autora, tinha um gosto azedo, picante, parecido com iogurte indiano. Já a segunda tentativa resultou em um iogurte que tinha um gosto quase de leite estragado.

Por mais estranho que possa parecer, a autora da pesquisa tem fundamentos válidos que a motivaram. A flora vaginal feminina é muito rica em micro-organismos, inclusive em lactobacilos que são exatamente o tipo de bactérias usadas na fabricação de iogurtes convencionais.

Isso não quer dizer que você vai encontrar esse tipo de iogurte nas prateleiras dos supermercados daqui a um tempo. Junto com os lactobacilos, as vaginas também contém outros tipos de bactérias (que em grandes quantidades podem não ser assim tão saudáveis) e podem conter, ainda, doenças, o que não as faz as melhores fontes de lactobacilos.

Mas, e se fosse saudável, você consumiria um produto desses? Você, amiga mulher, toparia fazer iogurte das suas secreções vaginais? E você, caro macho, gostaria de um produto fabricados de fluxos vaginais?

Bom, posso parecer careta, mas acho que vou continuar tomando iogurte convencional mesmo!

Fonte: MOTHERBOARD

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Bacon, manteiga e chocolate! Tá liberado, galera!!

                                                       Foto: The Telegraph

Para essa minha primeira postagem no GD, eu tenho uma ótima notícia para compartilhar com você, meu amigo e companheiro glutão.

Você se lembra de todos aqueles conselhos médicos e matérias em revistas e jornais que diziam que manteiga, bacon, carnes gordurosas, embutidos, e algumas outras delicias gastronômicas não faziam bem à saúde e deveriam ser banidos das nossas dietas?

Pois bem! Eis que novas pesquisas foram realizadas e adivinhe só: está tudo liberado, ou melhor, quase tudo!

Uma matéria, publicada no jornal inglês "The Telegraph" nesta semana, afirma que as pesquisas realizadas anteriormente e que nos levaram a acreditar que esse tipo de comida é um veneno foram baseadas somente na saúde de homens que já não eram saudáveis e que seus resultados nunca deveriam ter sido publicados.

Então, você deve estar se perguntando: "ok, então, o que eu posso comer?"

Vamos à lista:
1. manteiga e a mal vista banha de porco
2. leite integral
3. iogurtes integrais
4. tortas
5. bolos e biscoitos (com moderação, obviamente!)
6. carnes gordurosas
7. linguiças
8. BA-CON!!!
9. queijos e creme de leite
10. chocolate

Claro, ainda existem algumas restrições como frutose (com exceção da encontrada naturalmente nas frutas), pão branco, arroz branco, açúcar e comidas processadas (argh!). 

Mas, com o bacon, a manteiga e o chocolate liberados, quem é que liga pro arroz??

fonte THE TELEGRAPH


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Água de esgoto seria perfeita para fazer cerveja


Art Larrance é o mestre cervejeiro de maior renome do estado do Oregon, nos Estados Unidos. Como forma de chamar a atenção da sociedade para a importância do tratamento das águas residuais, ele reuniu colegas e o governo local para uma torneio em que venceria a melhor cerveja feita com a água da estação de tratamento do rio Tuolumne Tualatin.

Além da ação com objetivo social, ainda existe uma questão científica. Larrance afirma que a água tratada é realmente ideal para a produção de cervejas, já que o tratamento químico pelo qual passa a água residual a deixa com características muito próximos à água destilada usada na fabricação convencional.

"O processo deixa a água 'esterilizada' e, em seguida, são adicionados os minerais. Quando ele é feito, a água resultante atende todos os padrões de água potável", disse Larrance ao site da revista Fast Company.

"O desafio que temos por anos é que sempre encaramos o produto que tratamos, que é a água limpa, como algo descartável que deve ser jogado fora. Hoje, sobretudo pelos problemas que alguns enfrentam de escassez, estamos começando a perceber que esta água tratada é um recurso importante", disse.

Água residual tratada tem sido vista como uma solução para lugares onde as reservas do recurso são poucas, além de representar uma oportunidade para o desenvolvimento de novas tecnologias.

fonte ESTADÃO

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Giulietta Personal Conffeteria - Curitiba




A Giulietta Personal Conffeteria nasceu de um fascínio pelo mundo da confeitaria de sua idealizadora, uma estudante de medicina que preparava bolos por hobbie apensa para poder saboreá-los com as pessoas mais próximas. Com o tempo, a fama dos bolos, começou a crescer e todos começaram a encomendar. Não houve outro jeito a não ser impulsionar a criação da marca e o lançamento dos bolos gourmets Curitiba afora.

Aqui na Giulietta, mesclamos receitas de várias gerações da família com tendências atuais, utilizando ingredientes únicos, permitindo, que nossos bolos sejam de alta qualidade. Cada bolo é preparado com carinho, cuidado e atenção, de forma artesanal, criando uma singularidade a cada um dos produtos que sai dos nossos fornos.

A grande sensação é o bolo de leite ninho, com seus 4 tipos de recheios, distribuídos em 5 camadas. Também somos fortes na personalização dos produtos. Aqui, nossos clientes ganham o que desejam. Lembrem, nosso menu está sempre aberto à novas idéias!

Atualmente o cardápio conta com 5 tipos de massa, 10 recheios, inúmeras coberturas e mais 14 bolos tradicionais da casa. Todos distribuídos entre os tamanhos petit, pequeno, médio e grande.

Serviço

Giulitta Personal Conffeteria
Encomendas - giuliettacakes@gmail.com ou (41)9918.8907

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

McDonald's vira peça de Museu na Islândia


O último hambúrguer do McDonald’s vendido na Islândia, antes da rede fechar as portas no país, está em exposição pública, ao alcance de uma câmera de vídeo conectada à internet.

A cadeia de lanchonetes foi vendida na Islândia em 30 de outubro de 2009, no início da crise financeira global, e desde então o país não tem mais nenhuma loja do McDonald’s. No dia seguinte, Hjortur Smárason, um morador local, comprou o último hambúrguer da rede e transformou-o em peça de museu.

O sanduíche está em exposição sob uma campânula de vidro e pode ser visto no site do Bus Hostel em Reykjavik. Pela webcam, os internautas podem acompanhar a aparência do hambúrguer com o passar do tempo.

Quer ver o sanduba? 

Clique no link http://bushostelreykjavik.com/last-mcdonalds-in-iceland

Spoiler Alert! O sanduíche está igualzinho há cinco anos!

fonte ESTADÃO

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Mc Donalds revela como são feitas suas batatas fritas


Depois de mostrar como são feitos hambúrgueres e nuggets, A gigante rede de fast food resolveu mostrar agora como são feitas as batatas-fritas, um dos itens mais consumidos do seu cardápio.

Entre os ingredientes, estão dois aditivos à base de petróleo: DIMETILPOLISSILOXANO, um tipo de silicone não-tóxico usado para evitar que se forme espuma no óleo durante a fritura, e BUTILHIDROQUINONA (TBHQ), um antioxidante que age na preservação do alimento. Segundo a empresa, os dois produtos são seguros, têm seu uso justificado e são liberados por autoridades de saúde americana.

Em seguida, elas são mergulhadas em uma mistura de dextrose, um tipo de açúcar natural, que serve  para manter a cor dourada do alimento após frito. Também é usado o  pirofosfato ácido de sódio, que é levemente tóxico (duas vezes mais tóxico que o sal comum) e utilizado em pastas de dentes e detergentes, além de diversos outros alimentos industrializados, ele é utilizado para evitar que elas fiquem cinza durante o congelamento. Por fim, o sal entra na mistura.

Elas então são fritas pela primeira vez em uma mistura formada por óleo de canola, óleo de soja, óleo de soja hidrogenado, tempero com sabor de carne, trigo hidrolisado, leite hidrolisado, ácido cítrico e o dimetilpolissiloxano, citado acima.

Nas lojas, elas são fritas mais uma vez em um óleo similar àquele usado na fábrica, mas com um ingrediente extras: butilhidroquinona, que é um anti oxidante.

O jornal britânico Metro esclareceu que estes produtos químicos citados são usados apenas nas lojas dos EUA.

Um porta-voz do McDonald's, disse: "Os únicos ingredientes usados no Reino Unido são óleo vegetal, dextrose e sal".

E no Brasil?
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