segunda-feira, 11 de abril de 2011

Curitiba Restaurante Week


Hoje, dia 11 de abril, começa o 3° Curitiba Restaurant Week. A terceira edição do evento na capital paranaense conta com a participação de 48 estabelecimentos da cidade. Os organizadores esperam a participação de cerca de 40 mil pessoas.

Com a intenção de democratizar a gastronomia curitibana, os restaurantes participantes do Curitiba Restaurant Week oferecem o cardápio completo com entrada, prato principal e sobremesa com preços fixos de R$ 29,90 no almoço e R$39,90 no jantar. Bebidas, couvert e taxa de serviço não estão inclusas. Os clientes também têm a opção de doar R$ 1 para o Complexo Pequeno Príncipe. O evento acontece de 11 a 24 de abril.

Para quem não dispensa um bom vinho, alguns dos estabelecimentos participantes oferecem também a harmonização com rótulos da Vinoteca, empresa parceira do evento. O serviço é cobrado à parte e o preço varia de restaurante para restaurante.

Uma novidade em relação ao ano passado é o sorteio de livros de gastronomia editados pelo Centro Europeu. Praticamente todos os restaurantes aderiram à ação. Quem comer nos lugares participantes poderá preencher um cupom e concorrer aos livros. Os restaurantes italianos vão sortear o Cozinha Italiana – O Melhor de Cada Região, que foi considerado um dos quatro melhores do mundo pelo World Gourmand Cookbook Awards 2010, na categoria Melhor Livro de Cozinha Italiana do Mundo. E os demais lugares vão sortear O Grande Livro da Gastronomia, também editado pelo Centro Europeu.

Para que todos tenham um bom evento, sem surpresas desagradáveis, as dicas são as mesmas do Restaurant Week São Paulo, obviamente, com menos intensidade já que a nossa edição é menor tanto em tamanho quanto em movimento.

- Busquem o máximo de informações possíveis sobre o lugar a ser visitado. Use e abuse da internet e das redes sociais para verificar os relatos disponíveis.

- Tente fazer reserva com antecedência e respeite o horário, afinal o movimento aumenta e a chance de você perder sua reserva por conta de atrasos existe. Saia mais cedo de casa para garantir e, se tiver que esperar um pouco para conseguir sua mesa, espere com calma.

- Fique atento a possíveis restrições alimentares, pois os pratos do evento já estarão praticamente prontos e dificilmente aceitarão alguma mudança.

- Às vezes a comida acaba. Claro que isso não é esperado, mas restaurantes que estão começando a participar do evento ainda têm dificuldade para atender todo mundo. Caso aconteça, mantenha a calma e tente trocar por algo do cardápio.

- Aos proprietários dos restaurantes, fiquem atentos à qualidade de sua comida e de seu atendimento. Devido ao grande movimento, alguns garçons tentam "agilizar" o serviço, fazendo com que caia a qualidade no atendimento. Apesar de conseguir atender mais gente, isso pode acabar gerando algum problema, transformando o mal serviço em publicidade negativa. Cliente insatisfeito não volta mais. Um problema que acontece somente em um dia, afasta os clientes por uma vida toda.

Confira aqui a lista dos restaurantes participantes. Veja também o blog oficial do evento.

Aproveitem, divirtam-se, conheçam o máximo de lugares possíveis, nos contem como foi e nos aguardem. Na próxima edição estaremos lá com o Vila Roti.

sábado, 9 de abril de 2011

Cachaça Brasileira Conquista o Mundo


Obviamente, dizer que a cachaça brasileira é a melhor do mundo é pleonasmo. Todos sabem que somos os melhores produtores de cachaça, farinha de mandioca e bala de banana de Morretes do mundo. Mas a cachaça mineira LEBLON faturou o prêmio de melhor do mundo, pela sexta vez, na San Francisco World Competition, uma tradicional competição norte-americana de bebidas alcoólicas.

Além do prêmio de melhor do mundo, ganhou pelo segundo ano consecutivo a Double Gold Metal, uma certificação alcançada somente quando se alcança a nota máxima do juri.

Produzida na cidade de Patos de Minas, a Leblon é exportada para alguns países e já foi citada como preferência por personalidades como o chef Alex Atala, chef do restaurante DOM, considerado um dos melhores do mundo.



Chef Benett


fonte GAZETA DO POVO

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Brasileiro Inventa Teste que Detecta Adulteração em Azeites

Ampliar para ver todo o processo
Rodinei Augusti, professor de química da UFMG, conseguiu o que nem os cozinheiros mais treinados são capazes de fazer: identificar adulterações mínimas no azeite de oliva.

A sua constituição mais nobre, o extravirgem, é alvo constante de falsificações. As mais grosseiras, que misturam óleos completamente diferentes, como os de soja e canola, são facilmente identificáveis, inclusive pelo paladar. Já as que envolvem azeites de oliva menos valorizados são mais desafiadoras.

Até agora, o teste mais comum para identificar as fraudes era complexo e levava pelo menos uma hora para chegar ao resultado. Além da demora, ele também não conseguia detectar quando a adulteração era sutil, de poucos mililitros. Nos testes feitos em laboratório pela equipe da UFMG com o novo método, com fraudes provocadas, eles identificaram até adulterações muito sutis, de menos de 1% do volume do óleo.

Augusti afirma que mesmo as variações sendo da mesma matéria prima, há diferenças entre as moléculas que caracterizam os tipos de azeite, os ésteres de cadeia longa (moléculas orgânicas complexas). Essas alterações são diferenças de massa nas moléculas. Elas conferem uma espécie de "impressão digital" ao óleo. Para percebê-la, os cientistas usam o espectrômetro de massa, uma balança molecular de precisão.

Apesar dos testes ainda estarem restritos aos laboratórios, o trabalho chamou a atenção dos Técnicos do Ministério da Agricultura, órgão responsável pela regulamentação do azeite no Brasil. Mesmo com as altas sucessivas nas importações do produto no país (o Brasil é um dos dez maiores compradores do mundo, com consumo anual de cerca de 50 mil toneladas por ano), a aplicação de testes de qualidade ainda não é sistemática.

Segundo o Inmetro, que monitora pesos, medidas e qualidade de produtos, o último teste foi em 2003. Na ocasião, o órgão avaliou 13 marcas, das quais cinco apresentavam adulteração*.

*Nota dos Autores: é impressionante mesmo a falta de preocupação dos órgãos controladores no Brasil. Mesmo com esse resultado, o teste nunca mais foi feito. Afinal de contas, 38%(!) de adulteração em uma amostra nem é um número muito expressivo mesmo, certo? Imagina... Qual é o problema de termos um valor nominal de 19 mil toneladas anuais de produto adulterado?

Vai Brasil...

Gastronomix Terá Cervejas Artesanais Paranaenses


As cervejas custarão R$7 o copo, de 300 ml.

fonte BAR DO CELSO

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dicas de Segurança para Donos de Restaurantes


Manchetes do tipo 'Arrastão na quarta-feira a um restaurante japonês' e 'A onda de roubos em restaurantes da cidade de São Paulo já atingiu pelo menos 17 estabelecimentos desde o início deste ano' estão cada vez mais comuns nos jornais de São Paulo e já começam a causar pânico na população.

Nos últimos meses, criminosos descobriram um novo filão em São Paulo: o arrastão em restaurantes. Do início de 2011, em média, a cada cinco dias, um caso é registrado pela Polícia Civil. De 1º de janeiro até o início de março, 17 restaurantes foram assaltados, sendo dez deles localizados na região oeste, principalmente em Pinheiros, Jardins, Vila Madalena e Perdizes, principais redutos de bares e restaurantes importantes de São Paulo.

De acordo com o Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de São Paulo, pelo menos 50% a mais desse tipo de crime tem acontecido também fora do circuito zona sul e zona oeste da capital. Restaurantes de periferia começaram a entrar na mira de assaltantes.

A ação dos bandidos tem se intensificado nos últimos meses. A polícia acha que sejam cometidos pela mesma quadrilha, devido a similaridade nos roubos. As autoridades especulam que essa moda seja uma espécie de migração do crime organizado, causado pelo aumento da vigilância em condomínios fechados. 

A Associação Nacional dos Restaurantes salienta que os estabelecimentos não podem investir mais que já investem em segurança. Além de policiamento preventivo, que deve ser feito pela Polícia Militar, a entidade pediu “mais empenho” dos órgãos de inteligência da Polícia Civil, a fim de que eventuais quadrilhas envolvidas nesses assaltos sejam presas.

Desde que ficou evidente a frequência de arrastões, o Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de São Paulo começou a orientar empresários do setor para alguns cuidados específicos na segurança. Entre eles, por exemplo, estão investimento em câmeras de vigilância com sistema de gravação e a manutenção de quantias baixas nos caixas. Adotar ou não as orientações, que obviamente implicam em gastos, fica a critério de cada estabelecimento, mas fazer sangria de caixa mais vezes ao dia, ter funcionários atentos ao movimento externo, especialmente quem dispuser de manobrista e porteiro, por exemplo, e pesquisar antecedentes criminais de funcionários são ações aconselháveis.

Seguindo as indicações do Sindicato, existem algumas medidas práticas que podem ser tomadas para reduzir riscos e minimizar perdas com este tipo de ação. A primeira delas é a presença de câmeras. Visíveis, elas podem inibir a ação de criminosos. Embora não tenham nenhum efeito imediato de proteção, elas podem ser usadas para identificar os autores do crime posteriormente. Em média, o custo com este sistema pode ser de R$ 3 mil.

A instalação de alarmes também pode ser útil, especialmente o botão de pânico, que permite ao responsável pela casa alertar de maneira discreta a empresa responsável pela segurança do estabelecimento de que há uma ação em curso. Uma pessoa à paisana vai até o local verificar o que está acontecendo e avisa a Polícia Militar, além de tomar notas de dados que possam ajudar a identificar os criminosos, como placas de veículo e descrição dos suspeitos. Obviamente, tudo deve ser feito para que não se chame atenção e não colocar ninguém em risco.

Sem dúvidas, como o próprio Sindicato já disse, ter um segurança profissional na porta do estabelecimento não é garantia de que o local está 100% protegido, mas é por si só uma barreira a mais para manter os criminosos distantes. Com essa informação, podemos fazer um simples raciocínio: entre assaltar um lugar que tem segurança e outro que não tem, eles sempre vão preferir a segunda opção por ser mais fácil. Porém, é importante que este profissional seja treinado para manter a tranquilidade caso o estabelecimento seja alvo de um arrastão, orientando funcionários e clientes a agir com calma para evitar fins trágicos. O custo médio para manter a porta de um estabelecimento guardada por 12 horas é de R$ 7 mil mensais.

Outra atitude é orientar os funcionários sobre como agir durante ações criminosas, tentando proteger a integridade física de todos. A principal regra é nunca reagir. Pode também ser feita uma ação preventiva, orientando clientes a não deixar objetos de valor sobre a mesa.

Como o objetivo dos arrastões é o dinheiro vivo, raramente a ação chega até os cofres. O alvo principal são os clientes e a caixa registradora. Por isso é importante mantê-la com o menor volume possível de dinheiro vivo.

E para minimizar as potenciais perdas, é fundamental que o empresário tenha um seguro que cubra este tipo de sinistro e que os pagamentos estejam em dia. Desta forma, mesmo que os criminosos tenham sucesso na empreitada, o prejuízo para o estabelecimento será menor.

fonte GASTRONOMIA & NEGÓCIOS

Nota dos autores: finalmente estamos em fase final da esruturação do Restaurante Vila Roti!!! Lemos sobre esse assunto somente agora, mas descobrimos que, intuitivamente, tomamos todas as medidas de segurança sugeridas pela sindicato. Além de outras, como acesso único, previsão de um funcionário a frente do resturante com controle de pânico e de rondas sistemáticas pelos táticos da empresa de segurança contratada durante o horário de atendimento.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Gastronomix


Neste final de semana, dias 9 e 10 de abril, acontece a 3° edição do GASTRONOMIX, evento gastronômico que faz parte do Festival de Teatro de Curitiba. Com curadoria de Celso freire, o evento contará com a presença de grandes chefs de todo o país, como Ivo Faria, do Restaurante Vecchio Sogno de Belo Horizonte, Thomas Troigros, do 66 bistrô do Rio de Janeiro, Helena Rizzo, do Restaurante Mani de São Paulo e Mônica Rangel do Restaurante Gosto a Gosto de Visconde de Mauá (RJ). Além deles, o evento contará com a participação de chefs de Curitiba, como Joy Perine (grande amiga) do Zea Maïs, Manu Buffara do Manu, Paulinho do Don Max, Flávio Frenkel (meu grande mentor) do Anis Gastronomia e Gilberto Prado do Porcini Trattoria.

Com a curadoria de Celso Freire (meu primeiro professor), o evento segue o mesmo modelo das edições anteriores. Cada chef terá uma barraca com seu nome e do seu restaurante e servirá um prato, com preços muito acessíveis, a todos os participantes. Todos os chefs participantes seguirão os princípios do movimento Gastronomia Responsável, idealizado pela Fundação Boticário, que alia alimentação e conservação da natureza. Eles servirão pratos que utilizam os quatro pilares de conservação estipulados pelo movimento: utilização de ingredientes orgânicos, uso de produtos regionais, não utilização de espécies ameaçadas ou quase ameaçadas de extinção e aproveitamento integral dos alimentos.

Quem participar do evento ainda corre o risco de esbarrar com o GASPARGO, o mascote oficial do evento, que irá transitar por lá e interagir com o público. A ideia é estimular as pessoas a aderirem ao movimento, pois a culinária responsável também pode ser praticada em casa a partir de uma decisão simples sobre quais ingredientes usar e como aproveitá-los.

Quem participar do Gastronomix também contribuirá diretamente com a conservação da natureza. A cada ingresso vendido para o evento, no valor de R$ 5, R$ 1 será revertido para a Fundação Grupo Boticário, que utilizará o valor arrecadado para ações efetivas de conservação. Lembrando que o ingresso dá direito a R$ 4 de consumação nas barracas.

O Gastronomix será realizado nos dias 9 e 10 de abril no Museu Oscar Niemeyer (MON). Os ingressos são limitados e estão à venda nas bilheterias oficiais do Festival de Curitiba no Shopping Mueller, Shopping Center Palladium e no ParkShopping Barigüi.

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