quarta-feira, 23 de abril de 2014

Segundo a ONU, Cada Pessoa Desperdiça 300kg de Alimentos por Ano


A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) denunciou que, em média, cada habitante da Terra desperdiça quase 300 quilos de alimentos por ano e, ao mesmo tempo, mais de 800 milhões de pessoas passam fome.

Durante uma conferência regional da FAO para Europa e Ásia Central, focada no desperdício de alimentos, o diretor-geral da organização, José Graziano da Silva, destacou que 1.300 milhões de toneladas de alimentos são perdidas a cada ano.

"Se os desperdícios e as perdas pudessem ser reduzido simplesmente à metade, o aumento da produção de alimentos para suprir a população mundial em 2050 seria de só 25%, em vez dos 60% estimados atualmente", explicou Graziano à Agência Efe.

Segundo dados da FAO, cada habitante da Terra desperdiça em média 280 quilos de alimentos por ano, enquanto 842 milhões de pessoas, mais de 10% da população do planeta, passam fome diariamente.

A perda de alimentos acontece principalmente "em fazendas, durante o processamento, o transporte e o armazenamento", e pela "falta de regulação" que afeta também a segurança alimentar.

A crise financeira e econômica, que impactou duramente muitos Estados europeus, reduziu o desperdício de alimentos, embora esta redução continue sendo insuficiente para a FAO, disse Graziano.

As perdas econômicas e ambientais desse desperdício, além de tudo, ultrapassam as centenas de bilhões de dólares.

fonte TERRA

terça-feira, 22 de abril de 2014

Produtores de Café Experimentando Starbucks



Esse vídeo é uma propaganda da Nabob Coffe, do Canadá. Não mostraríamos, se não fosse a excelente reação ao tomar os "cafés" da Starbucks. Lógico que ficou um pouco apelativo, pois a bebida da Nabob foi servida ao natural, enquanto a marca americana foi representada por drinks a base de café.

Vale a pena ver!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Peixe Panga Faz Mal, Verdade ou Mentira?


Quem me conhece sabe que sou chef de cozinha e fui proprietário de restaurante há alguns anos atrás. Nesse tempo, virei um fâ do peixe Panga. Sua carne é macia, saborosa e é um peixe muito fácil de se trabalhar. Sem contar o preço, que é sempre muito baixo, sendo sempre um dos peixes mais baratos à disposição. Só reclamo do Panga quando o vejo sendo vendido como linguado em alguns restaurantes.

De textura inconfundível, o segredo do Panga é tirar aquela gordura. Se isso não for feito, ele se transforma em uma carne forte e pesada, que não lembra em nada sua leveza e maciez.

Por todos esses motivos, chegou a vez de defender o bichinho daquele eterno email que todos recebem falando muito mal desse belo peixe.

Texto alarmista

Foi 2009, que esse texto super alarmista começou a circular pela internet. O autor, muito preocupado com nossa saúde, pedia para que todos avisássemos o maior número de pessoas para não comer esse peixe, pois sua carne estaria contaminada com altos índices de venenos e bactérias.

Verdadeiro ou Falso?

Analisando o e-mail – que sofreu várias alterações com o passar do tempo – podemos verificar que ele possui vários indícios que caracterizam uma boa farsa da web:

-Cita nomes de entidades para dar mais crédito à notícia;
-É impreciso e contraditório em vários pontos;
-Apela para o lado emocional do leitor;
-Usa em certos trechos letras maiúsculas para chamar a atenção do leitor;
-Não cita as fontes de onde a tal noticia foi retirada;
-Não é datado;
-Trata de um assunto que interessa a muitos leitores: a saúde;
-Pede para ser repassado para o maior numero de pessoas possível;
-Logo no primeiro parágrafo, o texto afirma:
“REPASSANDO COM URGÊNCIA – FATO COMPROVADO – REPASSEM PARA TODOS OS SEUS CONTATOS…”

Já começa bem! Repasse para todos os seus contatos um fato comprovado. Comprovado por quem?

Mais abaixo, o texto cita a ASAE (Sociedade Americana de Engenheiros Agrônomos), mas não mostra nenhum link ou recorte de jornal para comprovar que a tal Sociedade tenha publicado tal notícia.

O autor (ou quem acrescentou o texto na mensagem original) ainda mistura o perigo do consumo do peixe Panga (Pangasius hypophthalmus) a uma contaminação que teria ocorrido na época em que o presidente do Brasil era o Sarney. Trecho igualmente sem datas ou fatos concretos que atestem a veracidade da informação.

Quem escreveu o texto afirmou que um dia estava comendo em um restaurante self-service quando teve a curiosidade de examinar um dos filés de peixe. Na verdade, o autor afirma que levou o peixe para análise, mas não apresenta nenhuma prova ou o resultado dessa análise. Será que teria levado a um laboratório? Será que a análise foi feita ali mesmo, no restaurante?

O texto prossegue e afirma que dentro das postas do peixe servido havia filamentos e esses filamentos eram vermes de dois centímetros. Será mesmo?

E ainda: Ao analisar o peixe, o autor concluiu que a amostra era “de água doce, proveniente de rios extremamente poluídos de excrementos, dejetos e toda sorte de poluição biológica, física e química devido, entre fatores diversos, à maciça ocupação de barcos que servem de vias e moradias que constituem aglomerados populacionais de pessoas carentes de serviços sanitários e salutares”! Que análise, hein?

Uma dúvida: Será que essa análise feita em apenas um filé vale para todos os peixes Panga?

Mais adiante, o e-mail afirma que:

“Os Pangas estão infestados com elevados níveis de venenos e bactérias. (arsênio dos efluentes industriais e tóxicos e perigosos subprodutos do crescente setor industrial, metais pesados, bifenilos policlorados (PCB), o DDT e seus (DDTs), clorato, compostos relacionados (CHLs), hexaclorocicloexano isómeros (HCHs), e hexaclorobenzeno (HCB)).”

Um parágrafo com tantos nomes complicados e com muitas siglas. Com tantas informações assim dá até preguiça de verificar se o parágrafo é real! É mais fácil repassar o texto. Mas será que tudo isso é verdade?

De acordo com uma análise feita em novembro de 2009 pela DECO Proteste (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) – onde foram testadas 5 marcas de filé de Panga congelado – foi encontrada uma bactéria chamada Listeria monocytogenes, porém em uma quantidades tão insignificantes que não chegam a ameaçar a saúde de ninguém!

Além disso, a DECO também não encontrou metais pesados e tampouco resíduos de medicamentos anti-infecciosos.

Também é bom ressaltar que, conforme observado pelo site Agrolink, “O Panga é cultivado há mais de mil anos no Rio Mekong, no Vietnã, um dos maiores rios do mundo, localizado no sudeste asiático. Há muitos anos, é exportado para mais de 240 nações, entre elas os Estados Unidos, todos os países da Comunidade Européia, Japão, Rússia, Austrália, entre outros. Só este fato bastaria para atestar sua qualidade e segurança para o consumidor. Ainda assim, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil realizou uma série de análises nesta espécie, com o objetivo de confirmar a alta qualidade do produto, que foi aprovado sem restrições.”.

Notícias sobre intoxicação

Pesquisando por noticias sobre o peixe Panga nas versões online dos jornais A Folha de São Paulo e do Estadão não encontramos nada sobre casos de intoxicações ou envenenamento relacionados ao consumo do dito peixe. Será que a mídia estaria escondendo o fato? A troco de quê? 

O e-mail ainda afirma no próximo parágrafo que não há nada de natural nos Pangas! Sinceramente, não dá para entender o que querem dizer com isso. Não é natural um peixe que come restos de peixes mortos?

O autor do texto também compara o Panga às vacas loucas que, segundo ele, seriam vacas que se alimentavam de vacas. Segundo o Como as Coisas Funcionam, acredita-se que nos anos 1990 a doença que atacou as vacas teria sido causada pelo consumo de ração contaminada. Como boa parte da ração britânica era composta por ossos de carneiros (e a doença surgiu primeiro nesses bichos), deduziu-se que a doença teria se propagado dessa forma. Em carneiros. Não em vacas!

A seguir, o texto alerta:

“Basicamente, são peixes com hormônios injetáveis (produzidos por uma empresa farmacêutica na China) para acelerar o processo de crescimento e reprodução. Isso não pode ser bom.”

Apesar do e-mail não dizer o nome da empresa farmacêutica chinesa, e importante avisar que o tratamento de peixes com o uso de hormônios não é exclusividade do Panga. Outros peixes também recebem essa “ajudinha” de seus criadores com hormônios naturais e/ou sintéticos. Será que esses hormônios fazem mal apenas ao Panga? A solução seria banir todos os peixes das refeições?

No trecho abaixo, o autor do texto alarmista conta que:

“Ao comprar Pangas estamos colaborando com empresas gigantes sem escrúpulos e gananciosas que não se preocupam com a saúde e o bem-estar dos seres humanos.”

O parágrafo acima talvez sintetize uma insatisfação de muitos produtores nacionais que estariam tentando boicotar a

importação do peixe vietnamita. Um exemplo disso é a notícia publicada no JusBrasil mostrando que a importação do peixe Panga teria sido suspensa em 2010 em Santa Catarina (e no resto do Brasil). O motivo: O preço do peixe importado estava abaixo do valor do peixe produzido aqui no nosso país. O mesmo motivo também é apontado por Jomar Carvalho Filho em seu artigo sobre a concorrência desleal que o importado teria sobre os nacionais.

Essa briga com os importados também ocorre em outros países: A agência de notícias BBC conta que nos Estados Unidos as autoridades do comércio decidiram impor tarifas extras sobre importações de produtos vindos de 2 países da Ásia.

Origem

Ao que tudo indica, o texto foi escrito em um blog de uma moça chamada “Pris” em junho de 2008. O texto não está mais online. Pris, conforme ela mesma afirma em sue blog, está (ou estava) morando no Vietnã e escreveu esse texto baseando-se em um documentário em francês e também nesse texto sobre o Panga. Alguém, em algum momento, traduziu o tal artigo e espalhou em português.

Conclusão:

Até onde se sabe o peixe Panga não é venenoso e não faz mal para quem o consome. Todavia, assim como todos os alimentos, é preciso que se tenha higiene ao prepará-lo. Verifique também a procedência de tudo que vai comer.

fonte E-FARSAS

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O Que É Café Gourmet?


Explicar café gourmet é uma tarefa um tanto complicada: primeiro é preciso esclarecer os tipos de café, depois o que faz algo ser gourmet, para por fim mostrar essa delícia que está conquistando os viciados em cafeína de todo o Brasil. Felizmente, esse blog serve para descomplicar suas dúvidas gastronômicas! É isso que vamos fazer agora.
Tipos de café

Existem muitas bebidas com café – todos os attos e ccinos. Mas tipos de café, ou seja, tipos de grãos, só existem dois: o robusta e o arábica. Os grãos robusta são o tipo popular de café – o gosto achocolate não é tão apreciado por especialistas. Curiosamente, só correspondem a 25% da produção mundial de grãos.

Já a espécie arábica conquista gourmets do mundo inteiro com seu gosto e aroma fortes. Existem inúmeras variedades de grãos, como:
  • Acaiá
  • Bourbon
  • Catimorra
  • Catuai
  • Caturra
  • Icatu
  • Mocha
  • Mundo Novo
  • Obatã
  • Ouro Verde
  • Tupi

  • O que faz um café ser gourmet

    Pensou que era só o tipo de grão? Pensou errado.

    Cultivo

    Ainda na fazenda, a colheita e os processos de lavagem e secagem exigem o dobro de cuidado. Tudo isso para os grãos (descascados ou despolpados) passarem por uma seleção bem criteriosa.

    Torra e moagem

    O tempo e a temperatura são estudados e pesquisados para serem precisamente corretos. Depois de ser moído, o café é embalado de maneira especial também, para preservar características como aroma e sabor.
    Por que tomar

    Agora vem a parte divertida: degustar essa delícia. As possibilidades de drinks feitos com café são infinitos – tanto alcoólicos quanto não-alcoólicos. Aqui estão algumas ideias dadas por Fábio Almeida, Chef do A Propósito Food Service, no Rio de Janeiro:

    -Afogatto: sorvete coberto com café gourmet, calda de chocolate e chantilly
    -Brownie café: shake de sorvete, calda de chocolate, café gourmet, brownie e chantilly
    -Café bombom – inspirado no tradicional CaféBombón de origem espanhola: leite condensado, café gourmet, leite cremoso, ovomaltine e chantilly
    -Latte: creme de leitee café gourmet
    -Capuccino: leite cremoso e café gourmet
    -Dedo de moça: doce de leite, calda de chocolate, leite cremoso, café gourmet, pimenta dedo de moça, cravo, canela e chantilly
    -Macchiato:café gourmet com um toque de creme de leite
    -Mocha: Chocolate, leite cremoso, café gourmet e chantilly
    -Mochaccino: calda de chocolate, leite cremoso e café gourmet
    -Mochaccino branco: leite condensado, leite cremoso e café gourmet
    -Paçoquinha: doce de leite, paçoca, leite cremoso, café gourmet e chantilly
    -Submarino: chocolate em barra submerso na combinação de leite cremoso, café gourmet, calda de chocolate e chantilly
    -Vianense: shake de sorvete, café gourmet, calda de chocolate, chantilly com um toque de canela

    Já começou a salivar? Está na hora de preparar o seu!

    quarta-feira, 9 de abril de 2014

    Superalimentos Podem Virar Supervilões?


    Eles são saudados como a grande chave para a boa saúde, os chamados superalimentos podem fazer mais mal do que bem!

    Essa foi a tese defendida pela especialista em nutrição inglesa Petronella Ravenshea para a revista americana Vogue. Alimentos como goji berries, quinoa e couve podem causar uma série de problemas que vão do mau funcionamento da tireoide à artrite. No artigo publicado na edição deste mês da revista, ela sentencia:

    - Meu único comentário sobre esses alimentos é que eles devem ser evitados.

    A especialista explica, por exemplo, que a couve pode interferir na função da tireoide quando ingerida crua.

    Além disso, Petronella destaca que comer muitos grãos como quinoa - independentemente do quão saudáveis elas são - pode causar sobrecarga de compostos potencialmente irritantes ao intestino. Isso está relacionado ao fato dessas substâncias não estarem tão livres do trigo como nós imaginamos.

    Já os goji berries são ricos em um composto químico que aumenta o risco do surgimento da chamada “síndrome do intestino permeável”. O consumo também deve ser moderado, especialmente para quem tem artrite.

    A moda dos superalimentos

    Segundo informações do jornal britânico Daily Mail, pesquisadores constataram que, no ano passado, 61% das pessoas compraram alimentos ou bebidas porque tinham rótulos de superalimento.

    A Associação Dietética Britânica também chegou a alertar que muitos desses produtos nos dá falsas expectativas sobre seus benefícios. Por exemplo: precisaríamos beber 13 doses de suco de goji berry para obter tantos antioxidantes quanto uma maçã vermelha.

    Ravenshear acrescenta que as sementes de chia - outro favorito de celebridades - também pode causar problemas intestinais. Embora ricas em proteínas e ômega -3, elas incham até formarem uma massa gelatinosa no estômago. Ainda que possam ajudar a reduzir o apetite, esses alimentos também são ricos em fitatos, compostos antioxidantes que têm o potencial de inibir a absorção de certos minerais, aponta a nutricionista.

    Ela explica que o apelo em torno dos superalimentos está relacionado ao desejo de que exista uma “bala mágica” que faça perder peso, promova desintoxicação e rejuvenescimento. Por isso procuramos produtos que preencham essas lacunas nutricionais.

    - Muitos são os alimentos antigos que foram redescobertos, adicionando uma camada extra de intriga para suas histórias. O cacau, por exemplo, vem dos maias e astecas; e o amaranto e a quinoa eram usados pelos incas. Elas podem ser exóticos e cheios de promessas, mas não precisamos comer frutas pouco conhecidas de lugares distantes ou alimentos de civilizações antigas para ficarmos bem - observa Petronella.



    O que devemos comer?

    Diante de tantas dúvidas, em que superalimentos devemos acreditar? A nutricionista lembrou que, no final do ano passado, peritos do Instituto de Medicina Funcional da Inglaterra votaram nos seguintes alimentos como benéficos para a saúde: abacate, espinafre, algas, romã, blueberries, brócolis, salmão do Alasca, amêndoas, óleo de coco, azeite e chá verde.

    No entanto, alguns especialistas têm uma posição ainda mais forte: a de que os produtos que dizem prevenir o câncer na verdade podem fazer o contrário: ajudar a casuar a doença. É o caso do cientista James Watson - que ajudou a descobrir a estrutura do DNA. Em entrevista ao jornal britânico “Daily Mail”, ele disse que a cura para muitos cânceres permanecerá impossível a menos que os cientistas repensem o papel dos antioxidantes, incluídos em pílulas de vitaminas e alimentos como amoras e brócolis.

    Segundo ele, muito se acredita que os superalimentos melhoram a saúde e combatem o câncer por enxugar as moléculas de oxigênio chamados radicais livres. No entanto, Watson argumenta que esses radicais podem ser a chave para a prevenção da doença, e esgotá-los pode ser contraprodutivo.

    Watson ainda explica que um grande número de estudos já definiram que os antioxidantes, incluindo vitaminas A, C e E, não apresentam nenhum eficácia óbvia na prevenção do câncer de estômago ou no prolongamento da vida.

    - Em vez disso, eles parecem encurtar um pouco a vida de quem os toma. A vitamina E pode ser particularmente perigosa - disse ao jornal britânico Daily Mail.

    fonte O GLOBO



    quarta-feira, 2 de abril de 2014

    Chef do NOMA Muda seu Restaurante Para o Japão


    Ouvi essa notícia ontem, pelas palavras de Luiz Horta. Assim como ele, também pensei ser uma brincadeira de 1° de abril. Mas agora, está parecendo que é verdade. Um dos chefs mais premiados da atualidade, o dinamarquês René Redzepi está de mudança. Na bagagem, todo seu restaurante vai com ele. Redzepi e sua equipe irão transferir o estrelado Noma da Dinamarca para o Japão no primeiro semestre de 2015.

    A transferência da casa, considerada o melhor restaurante do mundo pela renomada lista "50 Best" por três anos consecutivos, vai durar somente dois meses. De acordo com a equipe do chef, Redzepi foi "surpreendido pela riqueza da cultura culinária japonesa" depois de ter sido convidado para conhecer o restaurante Kikunoi, em Kyoto (a 458 km de Tóquio).

    Redzepi levará consigo toda sua equipe para Tóquio, em endereço ainda não revelado. No entanto, ele pretende trabalhar apenas com a produção local. "Deixaremos nossos ingredientes em casa", explica o chef no site do restaurante, acrescentando que "a vasta gama de conhecimento que obteremos com a viagem vai enriquecer nosso restaurante e nossa cozinha quando retornarmos para Copenhagen". 

    Um Chef no Cassino

    Outro chef premiado que está de malas prontas para outro país é o britânico Heston Blumenthal. Um dos mais conceituados cozinheiros do Reino Unido, Blumenthal irá abrir uma casa no concorrido Crown Cassino em Melbourne (Austrália). 

    A cidade, considerada a capital culinária do país, não costuma ser muito fácil para chefs estrangeiros: o britânico Gordon Ramsey, por exemplo, abriu um restaurante no mesmo local que Blumenthal e faliu em 2011. Já Jamie Oliver fechou sua unidade da rede Fifteen na cidade, depois que um incêndio criminoso causado por um ex-gerente destruiu as instalações do local.

    Nós, humildemente, desejamos uma boa viagem a todos!

    fonte UOL
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